sábado, 25 de junho de 2011

Vídeo: Estamos todos juntos nisso...



Não é difícil perceber que há um grande desequilíbrio e que as coisas não estão bem...
E isso tem afetado os lares porque, se parar pra pensar, nesse exato momento, tem uma geração que se diverte assistindo a reality shows na TV, que para ser honesta, de real não tem nada! Enquanto isso, uma criança está sendo prostituída a portas fechadas... Tendo sua inocência roubada.
Não é justo que nós possamos consumir qualquer oferta material a nossa frente, enquanto o órfão e a viúva são excluídos de qualquer dignidade de vida!

Porque eles são vítimas de um conflito que simplesmente não é deles!

Não é justo que uma geração esteja aumentando o seu quadro de obesidade, enquanto que diariamente 30 mil pessoas morrem por falta do que comer!

Não é justo que não vejamos problemas em pagar por uma água de torneira filtrada em uma garrafa com rótulo bacana, enquanto existem comunidades inteiras que sofrem com doenças porque a única água que eles têm acesso é parada e poluída!

Não é justo que podemos cantar, pular e dançar em liberdade ao mesmo tempo em que os escravos permanecem cativos fora de nossas vistas, fora dos nossos pensamentos!

Não é justo que possamos sentar e assistir o noticiário da noite no conforto de nossas salas, e sentir pena daqueles que sofreram por causa de uma tempestade, um terremoto ou uma enchente. E então mudamos de canal para assistir alguma novela...

É justo passarmos por um sem-teto e não lhe darmos nada com a desculpa que ele irá gastar tudo com bebidas ou cigarros, ou mandá-lo levantar e arrumar um emprego.

Quem somos nós para julgar o alcoólatra ou a prostituta? O viciado ou o criminoso, como se fôssemos melhores do que eles? Quem somos nós para esquecer o injustiçado, o oprimido ou o marginalizado? Enquanto corremos atrás dos nossos próprios sonhos?

Nós vemos esse desequilíbrio e pensamos: “Cara, isso não tá certo! Isso não é justo!”

Mas permanecemos alheios a tudo isso. Porque para nós, fazer alguma coisa nos trará algum custo. E se é assim que tudo termina, então talvez seja justo afirmar que quando ignoramos a prostituição infantil, estamos na verdade emprestando a nossa mão para seu abuso. Quando ignoramos o órfão ou a viúva em seus sofrimentos, na verdade estamos acrescentando-lhes dores!

Quando ignoramos o escravo que permanece cativo, somos nós que o estamos escravizando! Quando nós nos esquecemos do refugiado, somos nós que o desabrigamos! Quando decidimos não ajudar o pobre e o necessitado, estamos roubando-lhes!

Talvez a única coisa justa a dizer é que, quando esquecemos o que os mandamentos dizem sobre isso, ESTAMOS ABANDONANDO OS NOSSOS!

Extraído do Documentário “A Revolução do Coração”
Hillsong United

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