quinta-feira, 30 de junho de 2011

Magno Malta e Marta Suplicy almoçam e sepultam PL 122



É importante conscientizar a sociedade e criar leis para acabar com todo o tipo de preconceito no Brasil”, falou Magno Malta








Relatora do Projeto de Lei 122/10 e a Frente Parlamentar Mista Permanente em Defesa da Família Brasileira querem um novo texto para focar no combate ao preconceito no país.



O polêmico projeto de lei 122, conhecido erroneamente como lei anti-homofobia, foi sepultado de forma definitiva pela própria relatora, senadora Marta Suplicy (PT/SP) durante almoço no gabinete do senador Magno Malta (PR/ES), presidente da Frente Parlamentar Mista Permanente em Defesa da Família Brasileira. Participaram também da reunião o senador Walter Pinheiro (PT/BA), deputada federal Benedita da Silva (PT/RJ), deputado federal Lauriete Almeida (PSC/ES) e o deputado Gilmar Machado (PT/MG).



Para o Senador Magno Malta “o projeto que criminaliza a homofobia, da ex-senadora Iara Bernardi, é eivado de inconstitucionalidade e vai contra a família. A Própria relatora percebeu a insatisfação da maioria em virtude do contexto da PL 122, que só contempla um segmento e o preconceito é enraizado no Brasil e criminosamente atinge todas as classes sociais e segmentos da comunidade”, explicou Magno Malta.

Para o senador, não se trata de um debate entre evangélicos e homossexuais, mas que deve envolver todos os segmentos da sociedade que querem se manifestar sobre o assunto. “Pobres, deficientes, povos de várias raças, nômades, religiosos e idosos sofrem preconceito. É importante conscientizar a sociedade e criar leis para acabar com todo o tipo de preconceito no Brasil”, falou Magno Malta.

Durante a Manifestação do Orgulho Gay, em São Paulo, a senadora Marta Suplicy falou pela primeira vez em modificar a proposta, começando pelo nome. “A PL 122 não passa, precisa de uma mudança profunda no conceito e no contexto”, disse a senadora para os homossexuais.

Coerente na luta em defesa da família, Magno Malta também tinha convicção de que o PL 122 não seria aprovado. Ele declarou para a revista Comunhão, que até renunciaria. “Não foi bravata, só deixei claro que a maioria dos brasileiros, segundo pesquisa do próprio governo, não aceita mudanças de comportamento impostas por qualquer setor. Não tenho preconceito contra homossexuais, mas também não aceito alguns comportamentos que ferem princípios, explicou Magno Malta.

Fonte: Assessoria de Imprensa
fonte:http://www.magnomalta.com/site/

Padre Marcelo Rossi está em cadeira de rodas, diz jornal



Religioso descobriu problema de saúde depois de fazer exercícios na esteira. O padre não poderá caminhar por duas semanas.
Segundo informações do jornal "Folha de São Paulo" desta quinta-feira, 30, o padre Marcelo Rossi está em cadeira de rodas devido a um edema ósseo no joelho esquerdo, descoberto enquanto fazia exercícios na esteira. "Tenho que fazer orações contra a inveja", disse ele em entrevista, relacionando o problema aos quase 6 milhões de exemplares vendidos por seu livro "Ágape". "Nunca ninguém alcançou isso, meu Deus do céu, tenho que me cuidar", completou. Ainda segundo a publicação, o padre não poderá caminhar por duas semanas.
Por causa do repouso , ele também terá que fazer uma pausa nas gravações de seu novo CD, que leva o nome de "Ágape". A nova produção vai contar, mais uma vez, com a participação do cantor Belo.

fonte;Notícias Cristãs

Cruzada Evangelística c/ Ev. Valdir Roxo

Uma vez mais esteve em Canguçu o Evangelista e Cantor Valdir Roxo (Rainha do Mar/RS).

Em uma grande cruzada evangelística no município, esteve em cinco congregações e, aconteceu o encerramento na Igreja Sede no domingo a noite (Rua José Bonifácio, nº 312 - Prado).

Todas as reuniões foram marcadas pela presença e a graça de Deus manifestada no meio do seu povo, sendo que, muitas vidas foram restauradas e pessoas curadas pelo Poder de Deus.

Louvor: Valdir Roxo - Caminhos Errados



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Divulgação:



Conheça nossa igreja e algumas de nossas congregação na cidade e no interior de canguçu RS. uma obra missionária a serviço de Deus.e se você sentir-se tocado por Deus, junte se a nós, Visite nosso blog,
http://igreja.gideoescangucu.com.br/

Arqueólogos confirmam autenticidade de ossuário da neta de Caifás

Descoberta é mais uma prova da idônea historicidade bíblica

Arqueólogos israelenses descobriram um ossuário de 2 mil anos de antiguidade que pertence à neta de Caifás, sumo sacerdote que presidia o Sinédrio durante o julgamento de Jesus, conforme relata os evangelhos de Mateus e João, e o livro de Atos dos Apóstolos.

A descoberta foi entregue à Autoridade de Antiguidades de Israel há três anos, após seu roubo por profanadores de tumbas antigas, mas somente agora os pesquisadores da Universidade de Tel Aviv e da de Bar-Ilan confirmaram sua autenticidade.

Notícia é mais uma prova da historicidade de Jesus Cristo e dos escritos neotestamentários para a comunidade cética quanto à Bíblia Sagrada.

Em seu exterior, o ossuário tem gravado em aramaico - língua vernácula da região naquela época - a inscrição "Miriam, filha de Yeshua, filho de Caifás, sacerdote de Maaziah da Casa de Imri".

"A importância da inscrição está na referência aos ancestrais da morta e na referência à conexão entre eles e a linhagem sacerdotal de Maaziah e a Casa de Imri", declararam os pesquisadores em comunicado.

A pesquisa revelou que o ossuário de sua descendente provinha de uma caverna funerária no Vale de Elá, onde eram as planícies da Judéia, cerca de 30 quilômetros ao sudoeste de Jerusalém.

Os ossuários da região são pequenos cofres que os judeus costumavam utilizar nos séculos I e II para um segundo enterro de seus parentes e onde costumavam depositar unicamente seus ossos.

O cofre que chegou às mãos da Autoridade de Antiguidades está decorado na parte frontal com um estilizado motivo floral, em cima do qual está gravada a inscrição que revela a identidade da morta.

Maaziah é o último elo da linhagem dos 24 grandes sacerdotes que serviram no Templo de Jerusalém, e mesmo mencionado no Antigo Testamento, a descoberta representa a primeira referência epigráfica descoberta sobre essa personagem.

Por ter sido extraído sem registro científico, a análise do cofre foi prolongada e exaustiva a fim de determinar tanto sua autenticidade como a da inscrição.
Fonte: EFE / Redação CPAD News

Por ser contra a legalização do aborto, maconha e outros temas, Marina Silva irá sair do PV e pode criar próprio partido


Marina Silva, a mulher de saúde frágil que aprendeu a ler aos 16 anos e quase virou freira, sonha em ser presidente do Brasil. Acriana do vilarejo de Breu Velho, pobre e filha de seringueiros, Marina entrou na política em 1985, aos 27 anos, por influência do ambientalista Chico Mendes, com quem fundou o PT no Estado. A militância em favor dos seringueiros a levou rapidamente à Câmara de Vereadores de Rio Branco e, em seguida, à Assembleia do Acre. Em 1994, aos 36 anos, tornou-se a senadora mais jovem da história do país. Sempre com a causa verde na ponta de sua afiada retórica, em 2003 Marina virou ministra do Meio Ambiente do governo Lula – e começou a cobiçar a Presidência da República. No PT, porém, suas chances de disputar o cargo seriam nulas.

Em nome da utopia, Marina fez uma escolha pragmática. Convidada a ser candidata à Presidência, aceitou filiar-se ao Partido Verde, o PV, uma pequena legenda identificada não apenas com a agenda ambientalista – mas também com propostas liberais, como a legalização da maconha e do aborto. Marina, que se convertera à religião evangélica em 1997, ignorou as latentes tensões entre suas convicções religiosas e as posições liberais da plataforma verde. Apesar do bom desempenho na campanha presidencial do ano passado, não deu certo. Dois anos e 19,5 milhões de votos depois, Marina decidiu: deixará o PV. O anúncio ocorrerá nesta semana.


A união entre Marina e o PV começou com promessas e terminou em desilusões. Desilusões produzidas, sobretudo, ao sabor das inevitáveis divergências de uma campanha eleitoral. Marina e o PV, especialmente por meio de seu presidente, José Luiz Penna, discordaram em quase tudo nas eleições. Aos poucos, sua campanha separou-se da estrutura do partido. Os problemas começaram na arrecadação de dinheiro. O vice da chapa, o empresário e fundador da Natura, Guilherme Leal, centralizou os trabalhos de coleta de recursos. Os tradicionais arrecadadores do PV se incomodaram com a resistência de Leal aos métodos tradicionais – e heterodoxos – de financiamento de campanhas no Brasil, do qual o partido nunca foi exceção. Um dos dirigentes do PV conta como anedota o dia em que Marina mandou devolver uma mala de dinheiro “não contabilizado”, em linguajar delubiano, ao empresário paulista que o havia enviado.

O segundo ponto de atrito entre Marina e o PV deu-se em razão da entrada de líderes evangélicos na organização política da campanha. Pastores da Assembleia de Deus, igreja de Marina, influenciavam decisivamente na elaboração da agenda da candidata. A força deles no comando da campanha não casava com o perfil histórico do PV. Se em sua plataforma e em seu discurso o PV era favorável à legalização da maconha, do aborto e do casamento gay, era uma clara incoerência que sua candidata à Presidência se colocasse contra essas posições. O PV temia perder o eleitorado urbano, moderno, descolado. As lideranças evangélicas argumentavam que isso não seria um problema e prometiam trazer 40 milhões de votos para a candidata, caso a campanha se voltasse aos eleitores evangélicos.

Marina quer criar um partido para concorrer novamente à Presidência nas eleições de 2014

Era tão difícil conciliar a dualidade entre os evangélicos de Marina e os liberais do PV que, até o meio da campanha, Marina cumpria duas agendas: uma política, com as tradicionais visitas a prefeitos e comícios, e outra religiosa, que incluía reuniões em igrejas com pastores. Marina sofria pressão dos evangélicos para que não visitasse terreiros de umbanda e candomblé. Na pré-campanha, ela aquiesceu. Em seguida, porém, a candidata foi convencida a gastar menos tempo com os eventos religiosos – e mais em busca de votos.

Ao longo da campanha, Marina não abdicou dos jejuns religiosos que costuma fazer pelo menos uma vez por mês. Alguns próceres do PV consideram os jejuns uma irresponsabilidade de Marina, em função de sua instável saúde – ainda jovem, ela foi contaminada por metais pesados e acometida por graves doenças, como malária e hepatite. Em entrevista a ÉPOCA, há um mês, ela se irritou diante de uma pergunta sobre esse tipo de crítica. “A minha vida espiritual é assim desde que me entendo por gente. Se um critério para ser do PV é abandonar minha vida espiritual, então já sei pelo que vou optar. Vivo a minha fé e visitar igrejas faz parte da minha fé. Sou missionária da Assembleia de Deus”, disse Marina.

O terceiro motivo para o desgaste entre Marina e o PV foi político. Apesar de ter rompido com o PT, Marina mantém uma relação ambígua com o ex-presidente Lula. Suas recusas em criticar Lula publicamente durante a campanha provocaram estremecimentos entre a candidata e Guilherme Leal. Leal é simpático ao PSDB e doou dinheiro para a campanha do tucano Geraldo Alckmin à Presidência, em 2006. Por outro lado, Marina contrariou aliados ex-petistas quando decidiu não usar uma campanha em vídeo preparado por seu marqueteiro cujo slogan era “Marina, a verdadeira sucessora de Lula”. “A campanha era maravilhosa, impactante, contava a trajetória de vida dos dois, a proximidade deles”, diz um aliado. Marina mantém sua decisão: “Acho pretensioso, poderia parecer pretensioso (o vídeo). Eu tenho muita consciência do meu tamanho”.

O resultado da eleição confirmou que Marina é, ao menos em votos, a maior terceira via que o país já teve desde a redemocratização. Confirmou, também, que não havia lugar para Marina no PV – e no PV para Marina. “Não houve nenhuma sinalização do PV de que os compromissos com ela serão cumpridos, então não há condições de que ela permaneça filiada”, afirma João Paulo Capobianco, coordenador da campanha de Marina. Ele a acompanhará na desfiliação nesta semana, ao lado de outras lideranças do PV. A saída do partido não significa que Marina desistiu do sonho de ser presidente. Ela pretende criar um partido para se candidatar novamente, em 2014.

Fonte: Época


copiado de;gospel +
Publicado por Renato Cavallera (perfil no G+ Social) em 30 de junho de 2011

Programa Vitória em Cristo no sábado vai tremer!


Em seu Twitter, o pastor Silas Malafaia escreveu: “No sábado, o programa vai tremer! Eu vou falar da parada gay ridicularizando os católicos. Divulguem!” Comentará em seu Programa Vitória Em Cristo sobre a afronta à Igreja Católica, ocorrida na parada gay de São Paulo, no último domingo (26/jun).


Desde que começou a campanha contra o PL122, Silas Malafaia tem sido atacado por ativistas gays que condenam o posicionamento do pastor.

fonte; www.amigodecristo.com

Acidente na BR-230 deixa pastor e mais duas pessoas feridas no Sertão


Um grave acidente automobilístico na BR-230 envolvendo o pastor da Igreja Ação Evangélica, John Philip Medcraft, por pouco não resultou em uma tragédia nesta terça-feira(28). Era por volta das 21h quando o veículo Kombi dirigido pelo pastor se chocou com um jumento que estava na pista.
Segundo testemunhas, o acidente aconteceu próximo ao Posto Master Gás, no trecho urbano da rodovia federal na cidade de Patos. O jumento teria surgido na pista sem que o motorista tivesse tempo para desvia-lo. O carro colidiu com o animal e capotou.
No veículo vinham mais 2 pessoas pelo menos, o casal conhecido por Chico e Salete. Por milagre, todos tiveram apenas ferimentos leves.
O veículo ficou totalmente destruído e o animal morreu no local do acidente. O impacto da colisão com a capotagem foi toda do lado do motorista vindo ele a sofrer as maiores escoriações.
Segundo a esposa do pastor John, Elizabeth Louisa, todos passam bem e receberam os cuidados médicos. Todos os ocupantes do veículo vinham de um culto na Fazenda Verdes Pastos, município de São Mamede.
Pastor John é presidente da Ação Evangélica, denominação com mais de 70 anos de fundação no Brasil que realiza relevantes ações de evangelização e ação social em todo o País.

fonte;Notícias Cristãs

quarta-feira, 29 de junho de 2011

Malta em marcha contra legalização da maconha e casamento gay


A Marcha para Jesus, manifestação promovida por evangélicos em São Paulo, este ano deixou de lado a pregação do evangelho e ganhou caráter mais político. No evento, que contou com a participação de mais de 1 milhão de pessoas, pastores aproveitaram para discursar contra a decisão do STF de reconhecer a união homoafetiva e a liberação da Marcha da Maconha. O senador capixaba, Magno Malta (PR), que prometeu renunciar seu mandato caso a lei Anti-homofobia fosse aprovada, desta vez preferiu evitar polêmica com os homossexuais e focou seu discurso na campanha contra a legalização da droga. E tudo acabou em samba, com apresentação do seu grupo de pagode Tempero do Mundo.



Frequência
Ao contrário do ano passado, em que no período eleitoral os deputados estaduais quase nunca apareciam para trabalhar e as sessões na Assembleia caíam frequentemente por falta de quórum, esse ano os parlamentares tem faltado pouco às sessões. Dos 30 deputados, apenas 10 registraram uma ou duas faltas durante o mês de maio. Mas ano que vem a situação deve se reverter com as eleições municipais.

Presentão!
O socialista João Artém (PSB), o mais antigo vereador do partido, fez aniversário durante esta semana e, como todo aniversariante, pediu um presente. Nada que se possa comprar. Seu pedido? Ser recebido pelo governador do Estado, Renato Casagrande (PSB) e ter seus pedidos atendidos pelo chefe do Executivo capixaba.

Guilhotina
A relação da secretária de Educação de Vila Velha, Maria Camenote, com os vereadores de Vila Velha, nunca foi boa, mas parece que atualmente a situação tem se agravado. Os parlamentares dizem que ela não recebe ninguém e nem atender as demandas dos vereadores. Alguns, inclusive, já chegaram a pedir, em público, a demissão da secretária.

Tudo colorido
O deputado estadual Roberto Carlos (PT) propôs na Assembleia Legislativa projeto que obriga a participação de personagens brancos, negros, pardos, indígenas e amarelos nas propagandas publicitárias do Governo, já que a população capixaba é formada por pessoas de várias etnias. O deputado diz que tem muito branco nas peças publicitárias e quer equilibrar essa situação.

Celebridade
O ex big-brother Wesley, integrante capixaba do último reality show, apareceu na sede da prefeitura de Vila Velha na última quarta-feira (22) e causou um reboliço. Servidores até deram tempo no trabalho para tirar foto com o rapaz, que teve encontro com o prefeito Neucimar Fraga (PR) e se colocou à disposição do município para divulgá-lo nos eventos em que participa. Tempo de divulgar…

Fonte: Texeira Verdade
copiado de,http://www.magnomalta.com/site/

Dedé Santana, ex Trapalhões, fala sobre sua conversão, testemunho e sua recente internação



Dedé Santana é conhecido por ser um dos quatro Trapalhões que arrancaram muitas risadas dos brasileiros durante décadas, mas poucos sabem das noitadas e problemas de saúde que o humorista pai de oito filhos teve, essas dificuldades acabaram “ajudando” ao ator a se converter evangélico e hoje ser uma pessoa bem diferente do que era no tempo da trupe circense da TV e do cinema.

Após deixar o UTI e se ver livre de um diverticulite – doença que teria matado o (quase) ex presidente Tancredo Neves – Dedé Santana voltou ao Projac onde grava o programa “A Turma do Didi” e concedeu uma entrevista ao UOL falando desde a igreja que congrega, ao porquê de se converter.

O eterno trapalhão revela que se converteu após uma outra internação a quase 20 anos atrás, em 1995: “me converti por problemas cardíacos. Fiz todos os exames agora no hospital e meu coração não tem nada” e completa: “me converti também porque eu era muito maluco, muito mulherengo e tal. Agora isso mudou. Sou uma pessoa totalmente dedicada à minha família”, afirma o humorista.

Dedé antes frequentava a Assembléia de Deus mas hoje pertence a Igreja Quadrangular e trilha um caminho diferente de muitos famosos que se convertem, não deseja ser pastor futuramente: “ser pastor é um chamado especial de Deus e eu não tive esse chamado” e atribui à orações a sua reabilitação e volta ao trabalho: “minha saída do hospital fui fruto de muita oração. Tinha muita gente orando por mim. Aliás, gostaria de agradecer porque não pensei que eu fosse tão querido assim…”, emociona-se.

Quando perguntado sobre o que pediria a Deus, Dedé revela: “Queria viver mais um pouquinho. Minha filha Yasmin tem 14 anos e queria vê-la chegar aos 20″, disse.

Sobre seu recente tempo internado o humorista lembra da agonia que passou na UTI: “No começo estava inconsciente porque fiquei com anemia. Mas é horrível estar consciente porque você não pode se mexer. Fiquei sem comer e sem beber água por dias. Apenas molhavam a minha boca com um algodão. Quando eu lembro, me dá até sede. Ficar consciente é ruim porque a gente vê muita coisa. Vê gente morrendo… Mas também me emocionei porque tinha um senhor que me viu e falou com a enfermeira: “Puxa… O Dedé… Meu Deus… Eu vou orar por ele”. E ele estava muito pior do que eu, com câncer em estágio terminal. Quando fui fazer exames, ele disse pra enfermeira: “Graças a Deus o Dedé saiu…”. E a enfermeira respondeu que eu só estava indo fazer um exame e já ia voltar”, relata Dedé Santana.

Fonte: Gospel+
Publicado por Renato Cavallera (perfil no G+ Social) em 29 de junho de 2011

Senadora Marta Suplicy disfarçará PLC 122 mudando nome e número para facilitar aprovação


A senadora Marta Suplicy disse neste domingo, antes do início da Parada do Orgulho LGBT (Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais) em São Paulo, que algumas mudanças devem ser feitas no Projeto de Lei (PL) 122, que criminaliza a homofobia. Segundo ela, a ideia é repensar o nome do projeto para fazer com que seu conteúdo seja aprovado.

“Estou tentando fazer um acerto para que não tenhamos tantos opositores ao projeto, mesmo que isso acarrete em algumas mudanças que não são boas. Estamos pensando em como fazer passar o conteúdo do PL 122, sem o número 122″, disse.
Segundo a senadora, a mudança do nome ajudaria a tirar a “imagem demonizada” que foi associada ao projeto. “O nome ficou muito complicado de se aprovar, o que, no conteúdo, não é mais complicado. Temos um conteúdo mais ou menos acordado. O que está difícil de acordar é o que fazemos com esse número, porque demonizaram tanto que eles não sabem o que fazer agora para dizer que o demônio não é mais demônio”, declarou Marta Suplicy, referindo-se aos opositores do projeto. No conteúdo, a senadora explicou que a principal mudança prevista será no texto do Artigo 20 do PL. “Antes era bem complexo. Conseguimos um meio termo”, disse.

Para que o projeto seja aprovado, ela acredita que a luta não deve se concentrar na tentativa de convencer a bancada religiosa a mudar suas convicções, mas em atrair uma parte do Congresso Nacional que ainda não se manifestou sobre o PL 122. “É essa parcela do Congresso Nacional que tem que ser conquistada”. A aprovação do projeto de lei é o principal tema da 15ª Parada do Orgulho LGBT que ocorreu hoje na avenida Paulista, em São Paulo.

Fonte: Terra
copiado de; gospel+

terça-feira, 28 de junho de 2011

Colunista da Folha de São Paulo causa polêmica ao comparar a Marcha Para Jesus com a Parada Gay



O colunista da Folha de São Paulo, Revista Veja e da Rádio CBN, Gilberto Dimenstein, causou polêmica nesta semana ao escrever em seu blog o texto “São Paulo é mais gay ou evangélica?”. Na análise, o jornalista argumenta que “os gays usam a alegria para falar e se manifestar”, enquanto “a parada evangélica tem um ranço um tanto raivoso, já que, em meio à sua pregação, faz ataques a diversos segmentos da sociedade”.
Dimenstein foi criticado por outro conhecido colunista da Revista Veja, Reinaldo Azevedo, que em seu blog classificou o texto como “tolo”, “burro”, “falacioso” e “preconceituoso”, rebatendo, linha por linha, todas as afirmações contidas no artigo de Gilberto Dimenstein. “Há uma diferença que a estupidez do texto de Dimenstein não considera: são os militantes gays que querem mandar os evangélicos para a cadeia, não o contrário”, argumenta Azevedo.

Abaixo você confere a íntegra do artigo de Gilberto Dimenstein:

Como considero a diversidade o ponto mais interessante da cidade de São Paulo, gosto da ideia de termos, tão próximas, as paradas gay e evangélica tomando as ruas pacificamente. Tão próximas no tempo e no espaço, elas têm diferenças brutais.

Os gays não querem tirar o direito dos evangélicos (nem de ninguém) de serem respeitados. Já a parada evangélica não respeita os direitos dos gays (o que, vamos reconhecer, é um direito deles). Ou seja, quer uma sociedade com menos direitos e menos diversidade.

Os gays usam a alegria para falar e se manifestar. A parada evangélica tem um ranço um tanto raivoso, já que, em meio à sua pregação, faz ataques a diversos segmentos da sociedade. Nesse ano, um do seus focos foi o STF.

Por trás da parada gay, não há esquemas políticos nem partidários. Na parada evangélica há uma relação que mistura religião com eleições, basta ver o número de políticos no desfile em posição de liderança. Isso para não falar de muitos personagens que, se não têm contas a acertas com Deus, certamente têm com a Justiça dos mortais, acusados de fraudes financeiras.

Nada contra –muito pelo contrário– o direito dos evangélicos terem seu direito de se manifestarem. Mas prefiro a alegria dos gays que querem que todos sejam alegres. Inclusive os evangélicos.

Civilidade é a diversidade. São Paulo, portanto, é mais gay do que evangélica.

Abaixo agora a resposta de Reinaldo Azevedo comentando em chaves o texto do colunista da Folha:

Gilberto Dimenstein, para manter a tradição — a seu modo, é um conservador, com sua mania de jamais surpreender — , resolveu dar mais uma contribuição notável ao equívoco ao escrever hoje na Folha Online sobre a Marcha para Jesus e sobre a parada gay.

São Paulo é mais gay ou evangélica?

{Sem qualquer investimento voluntário na polissemia, é um texto tolo de cabo a rabo; do título à última linha. São Paulo nem é “mais gay” nem é “mais evangélica”. Fizesse tal consideração sentido, a cidade é “mais heterossexual” e “mais católica”, porque são essas as maiorias, embora não-militantes. Ora, se a diversidade é um dos aspectos positivos da cidade, como sustenta o articulista, é irrelevante saber se a cidade é “mais isso” ou “mais aquilo”, até porque não se trata de categorias excludentes. Se número servisse para determinar o “ser” da cidade — e Dimenstein recorre ao verbo “ser” —, IBGE e Datafolha mostram que os cristãos, no Brasil, ultrapassam os 90%.}

Como considero a diversidade o ponto mais interessante da cidade de São Paulo, gosto da idéia de termos, tão próximas, as paradas gay e evangélica tomando as ruas pacificamente. Tão próximas no tempo e no espaço, elas têm diferenças brutais.

{Nessas poucas linhas, o articulista quer afastar a suspeita de que seja preconceituoso. Está, vamos dizer assim, preparando o bote. Vamos ver.}

Os gays não querem tirar o direito dos evangélicos (nem de ninguém) de serem respeitados. Já a parada evangélica não respeita os direitos dos gays (o que, vamos reconhecer, é um direito deles). Ou seja, quer uma sociedade com menos direitos e menos diversidade.

{Está tudo errado! Pra começo de conversa, que história é essa de que “é um direito” dos evangélicos “não respeitar” os direitos dos gays? Isso é uma boçalidade! Nenhum evangélico reivindica o “direito” de “desrespeitar direitos” alheios. A frase é marota porque embute uma acusação, como se evangélicos reivindicassem o “direito” de desrespeitar os outros.}

{Agora vamos ver quem quer tirar o direito de quem. O tal PLC 122, por exemplo, pretende retirar dos evangélicos — ou, mais amplamente, dos cristãos — o direito de expressar o que suas respectivas denominações religiosas pensam sobre a prática homossexual. Vale dizer: são os militantes gays (e não todos os gays), no que concerne aos cristãos, que “reivindicam uma sociedade com menos direitos e menos diversidade”. Quer dizer que a era da afirmação das identidades proibiria cristãos, ou evangélicos propriamente, de expressar a sua? Mas Dimenstein ainda não nos ofereceu o seu pior. Vem agora.}

Os gays usam a alegria para falar e se manifestar. A parada evangélica tem um ranço um tanto raivoso, já que, em meio à sua pregação, faz ataques a diversos segmentos da sociedade. Nesse ano, um do seus focos foi o STF.

{Milhões de evangélicos se reuniram ontem nas ruas e praças, e não se viu um só incidente. A manifestação me pareceu bastante alegre, porém decorosa. Para Dimenstein, no entanto, a “alegria”, nessa falsa polarização que ele criou entre gays e evangélicos, é monopólio dos primeiros. Os segundos seriam os monopolistas do “ranço um tanto raivoso”. Ele pretende evidenciar o que diz por meio da locução conjuntiva causal “já que”, tropeçando no estilo e no fato. A marcha evangélica, diz, “faz ataques a diversos segmentos da sociedade” — neste ano, “o STF”. O democrata Gilberto Dimenstein acredita que protestar contra uma decisão da Justiça é prova de ranço e intolerância, entenderam? Os verdadeiros democratas sempre se contentam com a ordem legal como ela é. Sendo assim, por que os gays estariam, então, empenhados em mudá-la? No fim das contas, para o articulista, os gays são naturalmente progressistas, e tudo o que fizerem, pois, resulta em avanço; e os evangélicos são naturalmente reacionários, e tudo o que fizerem, pois, resulta em atraso. Que nome isso tem? PRECONCEITO!}

Por trás da parada gay, não há esquemas políticos nem partidários.

{Bem, chego a duvidar que Gilberto Dimenstein estivesse sóbrio quando escreveu essa coluna. Não há?}

Na parada evangélica há uma relação que mistura religião com eleições, basta ver o número de políticos no desfile em posição de liderança.

{Em qualquer país do mundo democrático, questões religiosas e morais se misturam ao debate eleitoral, e isso é parte do processo. Políticos também desfilam nas paradas gays, como todo mundo sabe.}

Isso para não falar de muitos personagens que, se não têm contas a acertar com Deus, certamente têm com a Justiça dos mortais, acusados de fraudes financeiras.

{Todos sabem que o PT é o grande incentivador dos movimentos gays. Como é notório, trata-se de um partido acima de qualquer suspeita, jamais envolvido em falcatruas, que pauta a sua atuação pelo mais rigoroso respeito às leis, aos bons costumes e à verdade.}

Nada contra –muito pelo contrário– o direito dos evangélicos terem seu direito de se manifestarem. Mas prefiro a alegria dos gays que querem que todos sejam alegres. Inclusive os evangélicos.

{Gilberto Dimenstein precisa estudar o emprego do infinitivo flexionado. A inculta e bela virou uma sepultura destroçada no trecho acima. Mas é pior o que ele diz do que a forma como diz. Que história é essa de “nada contra”? Sim, ele escreve um texto contra o direito de manifestação dos evangélicos. O fato de ele negar que o faça não muda a natureza do seu texto. Ora, vejam como os militantes gays são bonzinhos — querem que todos sejam alegres —, e os evangélicos são maus: pretendem tolher a livre manifestação do outro. SÓ QUE HÁ UMA DIFERENÇA QUE A ESTUPIDEZ DO TEXTO DE DIMENSTEIN NÃO CONSIDERA: SÃO OS MILITANTES GAYS QUE QUEREM MANDAR OS EVANGÉLICOS PARA A CADEIA, NÃO O CONTRÁRIO. São os movimentos gays que querem rasgar o Artigo 5º da Constituição, não os evangélicos.}

Civilidade é a diversidade. São Paulo, portanto, é mais gay do que evangélica.

{Hein??? A conclusão, obviamente, não faz o menor sentido nem decorre da argumentação. Aquele “portanto” dá a entender que o autor demonstrou uma tese. Bem, por que a conclusão de um texto sem sentido faria sentido? Termina tão burro e falacioso como começou.}

Por Rafael Porto (perfil no G+ Social) em 27 de junho de 2011
Fonte: Gospel+

segunda-feira, 27 de junho de 2011

Em entrevista ao Fantástico Juiz afirma que continuará anulando casamentos gays

O Fantástico traz uma entrevista exclusiva com o juiz de Goiás que mandou anular um casamento gay.
De acordo as declarações do juiz neste domingo, manifesto solenemente a favor da decisão do Magistrado, Sr Jerônimo Villas Boas.
Infelizmente estamos prestes a adentrar em uma ditadura enfática dos acordes do STF, que surpreendentemente equivocam artigos constitucionais em uma filosofia aristocrática que trilha sobre a ignomínia, abolindo a opinião publica de um assunto polêmico e de interesse de uma unânime sociedade, que se alicerça em princípios éticos da moral e dos bons costumes, e não no pressuposto de dois pesos duas medidas que foi decidido pelo Supremo Tribunal Superior .



Entrevista com juiz de Goiás que mandou anular casamento gay

Deus em sua infinita sabedoria, jamais cometeria um erro na criação, Deus jamais colocaria uma mulher em um corpo de um homem o vice versa. O afeto é sim um dos pilares dos princípios familiar, mas para que uma família venha a existir é necessário que seja fruto de um amor entre duas pessoas[ Homem e Mulher ] e que através desse amor nasça o desejo de ter filhos, sendo assim uma família só pode ser constituída sendo homem e mulher!
No amor de Cristo Falbo
Autor: Roberto Falbo

fonte; amigos de cristo

Holândes constroi réplica da arca de Noé



Por Everton fortuna


Em 1992, uma tempestade na região costeira ao norte de Amsterdã, onde vive, fez Johan Huibers alimentar um sonho. Apesar de a esposa não ter apoiado a ideia, o milionário construtor seguiu em frente. Em 2004, fez uma pequena, de 225m de comprimento, para navegar nos canais holandeses. Mas ainda não estava satisfeito. Precisava de uma nas mesmas dimensões da de Noé. E ela ficará pronta em julho. Huibers, de 60 anos, enviou uma carta ao prefeito de Londres, Boris Johnson, para pedir permissão para atracá-la na capital inglesa durante os Jogos Olímpicos de 2012.


O objetivo, segundo matéria publicada no “The New York Times”, é que seja aberta à visitação do público. A arca contará com dois auditórios para receber 1.500 pessoas, terá três andares e navegará pelo Tâmisa com animais de verdade. O holandês quer fazer um convite à reflexão e inspirar estudantes com a história bíblica, mostrando que existe um Deus. Ele iniciou a construção da embarcação em 2008 e fez uso até mesmo de pinho sueco, já que teria sido essa a madeira que teria sido essa a madeira que Deus ordenou Noé a usar

assista o vidio



Gospel Maior
fonte;THE GOOD GOSPEL

domingo, 26 de junho de 2011

Reflexão: Morro de Vergonha de Mim!


Morro de vergonha de mim

Autor: Mauricio Zágari
Fonte: Blog Apenas


Olá, meu nome é Mauricio Zágari e eu morro de vergonha de mim. Tenho vergonha demais de mim, pra dizer a verdade. Eu acreditava que era um bom cristão, que fazia as coisas direitinho, que cumpria a cartilha de Deus. Até que descobri que estou a anos-luz de distância de ser um cristão como Cristo quer que eu seja. E por causa disso me envergonho tanto que mal tenho coragem de sair de baixo dos cobertores pela manhã.


Se você pudesse acompanhar minha vida cristã ao longo de uma semana por meio de uma câmera escondida até que ficaria bem satisfeito. Eu oro e leio a Biblia com regularidade. Aliás, já li a Biblia inteirinha, de Gênesis a Apocalipse. Leio bons livros cristãos. Cursei dois seminários teológicos. Todo domingo ponho meu uniforme de crente e vou ao culto. Com gravata e tudo. Chego à igreja, sorrio para as pessoas, falo jargões evangélicos, beijo as velhinhas. Quando alguém me elogia por alguma razão mostro toda a minha humildade e digo “Soli Deo Gloria”. Sim, sou o supra sumo da humildade cristã, sempre dando glória a Deus quando me destacam alguma qualidade.


Começa o culto, eu canto louvores, levanto as mãos, aperto meus olhos como forma de mostrar como a música está me tocando e como estou adentrando no Santo dos Santos graças à imensa espiritualidade que transpiro por todos meus poros. Na hora de cumprimentar os irmãos faço minha melhor cara de piedade. Entrego o dízimo ao pastor e presto muita atenção ao que ele está pregando. Ao final canto mais um pouco e termino o culto desejando uma semana abençoada aos irmãos. Volto para casa, oro antes de cada refeição, cumpro tudo o que manda o figurino. Sou um crente legal à beça. Faço minhas caridades – e não espere que vá contar aqui, afinal o que a mão direita faz a esquerda não seve saber e sou tão certinho que jamais te contaria de que modo dou dinheiro aos pobres. Aí ponho minha cabeça no travesseiro à noite, após orar impondo as mãos sobre minha filha no berço, e me deito para sonhar com os anjinhos, satisfeitíssimo com minha perfeita vida cristã.


Só que, pela manhã, desperto com alguém me cutucando. Alguém que faz questão de me acordar me convencendo do pecado, da justiça e do juízo. Viro pro outro lado. “Me deixa quieto”, resmungo, “tou fazendo tudo direitinho”. Cubro a cabeça com o travesseiro… mas não adianta. Acordo morrendo de vergonha de mim. Pois esse alguém começa a lembrar-me de coisas que eu preferiria não lembrar. A primeira coisa que Ele me diz é: “Amarás ao Senhor teu Deus de todo o teu coração, e de toda a tua alma, e de todas as tuas forças, e de todo o teu entendimento, e ao teu próximo como a ti mesmo.” (Lc 10.27). Por mais sonado que eu esteja nessa hora percebo que nunca na minha vida amei Deus acima de todas as coisas, com 100% do meu coração e alma e forças. Sempre tive forças que poderia ter canalizado para minha relação com Deus… e não o fiz. Gosto muito dele, é verdade. Mas se eu o amasse tanto assim meu tempo seria menos dedicado a mim mesmo.


Falo de tempo pois ele é um bom termômetro das nossas prioridades: É naquilo que te é mais importante que você investe mais do seu tempo. E então comparo a quantidade de tempo que passo me relacionando intimamente com Deus e vejo quão pouco tempo de qualidade Ele tem recebido de mim. E ressalto “intimamente” pois não estou me referindo a aquelas orações clichês que todos fazemos, do tipo “Ó, Senhor meu Deus e meu Pai, Rei das galáxias, Senhor Deus eterno e inefável…”, mas sim a do tipo “Abba, Pai…”. Gasto tempo em comer; dormir; beber; jogar videogame; ver televisão; sair com amigos; namorar; escrever textos, livros e reportagens; trabalhar; fazer compras… E, por mais que eu ore diariamente, meu tempo de comunhão com o autor da minha vida é ridículo para quem eu deveria amar “de todo o meu coração, e de toda a minha alma, e de todas as minhas forças, e de todo o meu entendimento”. Tenho vergonha de mim por isso.


E quando eu achava que já tinha morrido suficientemente de vergonha vem aquele Alguém e sopra em meu ouvido: “E ao teu próximo como a ti mesmo”. Que piada. Chego a rir, com uma careta. Não, eu não amo meu próximo nem um centésimo do que amo a mim mesmo. Invisto em mim, busco o meu prazer, crio alternativas para me entreter, pago minha previdência, vou ao médico cuidar da minha saúde… cara, como eu me amo! Como eu cuido de mim! Não me desamparo, não me deixo ficar com fome, vou ao trabalho no ônibus mais caro porque, afinal, gosto tanto de mim que não me permitiria passar duas horas por dia num transporte que deixasse minhas costas doloridas. E então vejo as ações que faço pelo meu próximo que demonstram meu amor por ele e… morro de vergonha de mim. A verdade? Praticamente não faço nada pelo próximo. Aliás, pra não dizer que não faço, digo sempre um “tudo bem?” formal. E torço para que ele esteja bem mesmo, para que eu não tenha que ouvir suas lamúrias (afinal, ouvi-lo tomaria o tempo que EU poderia estar me lamuriando a ele).


Pensar nisso me faz morrer de vergonha. Então faço de tudo para não pensar. Pensar incomoda, afinal. Nos tira da zona de conforto. E, às vezes, até dói. E dói muito. Resolvo, então, como bom cristão, fazer meu devocional diário. Mas, miseravelmente, o trecho que leio da Palavra de Deus é “Busquem, pois, em primeiro lugar o Reino de Deus e a sua justiça, e todas essas coisas lhes serão acrescentadas” (Mt 6.33). Aí eu penso o quanto me preocupo mais com a promoção no trabalho, com o dissídio, com o imposto de renda, com a troca do meu carro por um que chame mais a atenção das pessoas e outras praticidades da vida que percebo que “Reino de Deus” parece um troço tão distante e efêmero, algo como pessoas vestidas de branco andando numa nuvem ou gente desocupada caminhando por uma bela estrada de tijolos dourados, como no filme “O Mágico de Oz”.


Cometo o pecado maior para quem não quer sentir vergonha de si: leio a Bíblia. E morro de vergonha de mim. Vejo o que Deus disse ao jovem rico e percebo que eu tomaria a mesma atitude que aquele rapaz se estivesse no lugar dele. Vejo a passagem da mulher adúltera e sinto ódio daqueles judeus legalistas que queriam apedreja-lá, mas… me dou conta de que se estivesse ali eu teria uma pedra em cada mão. Medito na passagem do rico e Lázaro e percebo com um tremor no corpo que o nome daquele rico bem poderia ser o meu. Me vejo sem nenhuma fé quando a tempestade sacode o barco em que Jesus dorme e sou o primeiro a correr a Ele para acordá-lo. Critico os apóstolos que discutem para saber quem se sentará à direita de Cristo no Reino dele e percebo envergonhado que estou entre eles, querendo o tal lugar de destaque. Caio ferrado no sono no Monte das Oliveiras, sem atentar ao sofrimento do Messias, e quando o galo canta três vezes é para mim que o Mestre dirige seu olhar – mesmo sabendo que chego no culto, todo domingo, e digo do começo ao fim: “Senhor, tu sabes que te amo”.


Aflito de vergonha, corro para o Sermão do Monte que, afinal de contas, é tão bonitinho, tão poético, me faz sentir tão bem. Parece poesia de Vinícius de Morais, Fernando Pessoa ou Clarice Lispector. Frasezinhas tão gostosinhas de ouvir! Quem sabe até acho algumas para tuitar. Mas, meu Deus, começo a ler e aí então é que a vergonha come minhas entranhas. Me procuro nas bem-aventuranças e não me encontro. Ouço o Mestre falar sobre ser sal da terra e luz do mundo e diagnostico o quão insípido e escuro tenho sido. Percebo que a minha justiça é igualzinha à dos escribas e fariaeus, que nutro rancor por muitas pessoas, que meu sim muitas vezes é não e meu não muitas vezes é talvez. Amo meus amigos e odeio meus inimigos. Vergonha, vergonha, vergonha…


Chego a Mateus 6 e diagnostico o quanto ando preocupado com o que haverei de comer e beber. Os lírios do campo? Ah, fala sério! Os pássaros que Deus alimenta? Eu não tenho penas, camarada. Por isso atravesso meus dias vivendo cada dia meu mal e mais o mal do mês que vem, do ano que vem, da minha velhice. E morro de vergonha de mim.  E tem mais: eu julgo o meu próximo sim. Todos os dias.


Leio então sobre dar a outra face, andar a segunda milha e deixar a capa e tento lembrar da última vez que fiz essas coisas. Não consigo. Não me lembro. Será que é porque praticamente nunca fiz isso? Mas se for para lembrar da última vez que dei o troco a quem me ofendeu, ah, isso é fácil! Lembro mole mole da última, da penúltima, da antepenúltima e das últimas centenas de vezes que paguei olho por olho e dente por dente.


Chega a um ponto em que a vergonha que sinto de mim é tão grande que não suporto mais e ponho a Bíblia na mesinha de cabeceira. Chega de Bíblia! Chega de olhar nesse espelho tão vergonhoso! Chega de olhar para dentro de mim. Chega de perceber como sou um cristão tão distante do que Jesus quer que eu seja! Pego então um livro de História da Igreja para, sei lá, dar uma espairecida. Gosto de História. Mas o que leio ali não ajuda muito.


Leio sobre os primeiros cristãos. Leio sobre Policarpo, que ao ser ameaçado com a fogueira caso não negasse Cristo responde ao seu acusador “O senhor me ameaça com um fogo que queima durante uma hora e logo se apaga. Mas o fogo do julgamento futuro e do castigo eterno reservado para os ímpios, esse o senhor ignora. Mas por que está se delongando? Faça tudo o que lhe agradar”. E, em seguida, ergue os olhos ao Céu e ora ao Senhor: “Ó Pai, eu te bendigo por me teres considerado digno de receber o meu prêmio entre os mártires”. Comparo sua atitude com a vergonha que sinto de entregar um folheto evangelistico a alguém na rua. Minha vontade é me esconder na primeira fresta do piso que encontrar. Ou num buraco de rato – o que seria bem mais adequado.


Leio sobre as histórias de vida e morte de mártires como Maturo, Santo, Blandina, Lourenço, Albano, Átalo, Romano e outros que foram destroçados por confessar sua fé em Cristo e minhas lágrimas denunciam minha vergonha. Não suportando mais minha fé tosca e interesseira, troco o livro de História por “O Livro dos Mártires”, de John Foxxe, e abro em qualquer página, aleatoriamente, que me faça esquecer meu cristianismo raso e ridículo. E ali encontro o relato do menininho que confessa Cristo ante as autoridades pagãs e por isso tem o couro do alto da sua cabeça arrancado, com cabelo e tudo. Leio então que, ao ver isso, grita sua mãe: “Aguenta, filhinho! Logo tu verás 
Aquele que te enfeitará a cabeça nua com uma coroa de glória eterna”, diante do que o menininho sente-se animado e recebe os açoites com um sorriso no rosto. 
As lágrimas descem de vergonha pela minha face e mal consigo chegar ao final do relato, que chega junto com o final da vida daquela criança admirável: “Ao chegarem ao local escolhido, os carrascos arrancaram o filho da sua mãe, que o tomara nos braços. A mãe, limitando-se a beijá-lo, entregou a criancinha. ‘Adeus’, disse ela. ‘Adeus, meu doce filhinho. Quando tiveres entrado no reino de Cristo, lá no teu abençoado estado lembra-te da tua mãe’. 
E enquanto o carrasco aplicava a espada ao pescoço da criancinha, ela cantou assim: Todo louvor do coração e da voz nós te rendemos, Senhor. Neste dia em que a morte deste santo recebes com muito amor."


Meu Deus…. meu Deus… meu Deus….


E morro, mas morro de vergonha ao perceber que estou lendo o livro deitado numa cama confortável, com música ambiente, edredom, refirgerante, um bom sanduíche e ar condicionado.


Leio sobre os cristãos que se venderam como escravos para poder pregar o Evangelho na Indonésia, onde, de outra forma, não conseguiriam entrar para levar a mensagem da Cruz. Entro no website do Ministério Missão Portas Abertas e descubro que milhares morrem todos os anos, nos nossos dias, em países onde há perseguição religiosa, como China, Coreia do Norte, países árabes… e não quero pensar nisso, pois me envergonha demais lembrar da minha preguiça de dirigir uma hora num carro com direção hidráulica para pregar o Evangelho em uma igreja num bairro um pouco mais afastado (e olha que provavelmente vão me dar uma gorda oferta para “me abençoar”). Que vergonha…


Então, como toda boa pessoa que quer esquecer das realidades da vida, me entrego às drogas. Nãos aquelas drogas proibidas e químicas, mas aquela droga viciante, burrificante e escapista chamada televisão. Quero ver qualquer besteira que me faça esquecer do meu cristianismo patético. Ligo a TV e está passando o programa de um pastor que grita, ofende e em vez de pregar o Evangelho dos mártires fala de prosperidade, dinheiro e produtos que você pode comprar no cartão ou no cheque pré. Mudo de canal e vejo um outro pastor batendo altos papos com um demônio em rede nacional. Com as mãos trêmulas, mudo novamente de canal, apressado, e assisto a uma sacerdotisa vestida como uma perua de Beverly Hills falando sobre como colher vitórias pra sua vida. Já com falta de ar, faço minha última tentativa e mudo, suando, para outro canal. O que vejo ali é o pior de todos os programas: é que, sem querer, em vez de mudar de canal apertei o botão “off” da TV, que desligou. É então que, diante da tela preta, o que vejo é minha própria imagem refletida nela. E morro de vergonha daquele que é o mais vergonhoso de tudo o que vira naquela televisão até então.

 
Então paro. Silencio. Fecho a porta do quarto. Me ponho de joelhos. A vergonha é tanta que minha oração não tem palavras, apenas choro. 
Sem coragem de abrir a boca, me contento em roubar palavras de um homem que três mil anos atrás morreu de vergonha de si mesmo ante Deus. E faço minhas as palavras dele, registradas no Salmo 51: 

“Tem misericórdia de mim, ó Deus, por teu amor; por tua grande compaixão apaga as minhas transgressões.
Lava-me de toda a minha culpa e purifica-me do meu pecado. 
Pois eu mesmo reconheço as minhas transgressões, e o meu pecado sempre me persegue. 
Contra ti, só contra ti, pequei e fiz o que tu reprovas, de modo que justa é a tua sentença e tens razão em condenar-me. 
Sei que sou pecador desde que nasci, sim, desde que me concebeu minha mãe. 
Sei que desejas a verdade no íntimo; e no coração me ensinas a sabedoria. 
Purifica-me com hissopo, e ficarei puro; lava-me, e mais branco do que a neve serei. 
Faze-me ouvir de novo júbilo e alegria, e os ossos que esmagaste exultarão. 
Esconde o rosto dos meus pecados e apaga todas as minhas iniquidades. 
Cria em mim um coração puro, ó Deus, e renova dentro de mim um espírito estável. 
Não me expulses da tua presença, nem tires de mim o teu Santo Espírito. 
Devolve-me a alegria da tua salvação e sustenta-me com um espírito pronto a obedecer”.

Olá, meu nome é Mauricio Zágari e eu morro de vergonha de mim. Tenho vergonha demais de mim, pra dizer a verdade. Eu acreditava que era um bom cristão, que fazia as coisas direitinho, que cumpria a cartilha de Deus. Até que descobri que estou a anos-luz de distância de ser um cristão como Cristo quer que eu seja. E por causa disso me envergonho tanto que mal tenho coragem de sair de baixo dos cobertores pela manhã.

Mas tenho esperança de que consiga me converter sempre, dia após dia.

Paz a todos vocês que estão em Cristo.

sábado, 25 de junho de 2011

Vídeo: A História de Zac Smith

Deus é Deus e ainda é bom
 
Na sua opinião, Deus continua sendo bom mesmo quando Ele NÃO atende a um pedido seu?
 
Assista a esse vídeo e entenda que se Deus nos der o que pedimos a Ele, Deus é bom! 
Mas se não der, Deus é Deus e ainda é bom!



Vídeo: Estamos todos juntos nisso...



Não é difícil perceber que há um grande desequilíbrio e que as coisas não estão bem...
E isso tem afetado os lares porque, se parar pra pensar, nesse exato momento, tem uma geração que se diverte assistindo a reality shows na TV, que para ser honesta, de real não tem nada! Enquanto isso, uma criança está sendo prostituída a portas fechadas... Tendo sua inocência roubada.
Não é justo que nós possamos consumir qualquer oferta material a nossa frente, enquanto o órfão e a viúva são excluídos de qualquer dignidade de vida!

Porque eles são vítimas de um conflito que simplesmente não é deles!

Não é justo que uma geração esteja aumentando o seu quadro de obesidade, enquanto que diariamente 30 mil pessoas morrem por falta do que comer!

Não é justo que não vejamos problemas em pagar por uma água de torneira filtrada em uma garrafa com rótulo bacana, enquanto existem comunidades inteiras que sofrem com doenças porque a única água que eles têm acesso é parada e poluída!

Não é justo que podemos cantar, pular e dançar em liberdade ao mesmo tempo em que os escravos permanecem cativos fora de nossas vistas, fora dos nossos pensamentos!

Não é justo que possamos sentar e assistir o noticiário da noite no conforto de nossas salas, e sentir pena daqueles que sofreram por causa de uma tempestade, um terremoto ou uma enchente. E então mudamos de canal para assistir alguma novela...

É justo passarmos por um sem-teto e não lhe darmos nada com a desculpa que ele irá gastar tudo com bebidas ou cigarros, ou mandá-lo levantar e arrumar um emprego.

Quem somos nós para julgar o alcoólatra ou a prostituta? O viciado ou o criminoso, como se fôssemos melhores do que eles? Quem somos nós para esquecer o injustiçado, o oprimido ou o marginalizado? Enquanto corremos atrás dos nossos próprios sonhos?

Nós vemos esse desequilíbrio e pensamos: “Cara, isso não tá certo! Isso não é justo!”

Mas permanecemos alheios a tudo isso. Porque para nós, fazer alguma coisa nos trará algum custo. E se é assim que tudo termina, então talvez seja justo afirmar que quando ignoramos a prostituição infantil, estamos na verdade emprestando a nossa mão para seu abuso. Quando ignoramos o órfão ou a viúva em seus sofrimentos, na verdade estamos acrescentando-lhes dores!

Quando ignoramos o escravo que permanece cativo, somos nós que o estamos escravizando! Quando nós nos esquecemos do refugiado, somos nós que o desabrigamos! Quando decidimos não ajudar o pobre e o necessitado, estamos roubando-lhes!

Talvez a única coisa justa a dizer é que, quando esquecemos o que os mandamentos dizem sobre isso, ESTAMOS ABANDONANDO OS NOSSOS!

Extraído do Documentário “A Revolução do Coração”
Hillsong United

Vídeo: Jesus não é uma máquina de refrigerantes

Reflexão: O Poder da Mãe que Ora


O Poder da Mãe que Ora

Autor: Judiclay Santos

Os poetas dizem que cada criança que nasce é um telegrama de Deus anunciando que Ele ama o ser humano. Ser mãe é exercer um grande, sublime e influente ministério. John Maxwell, atualmente o maior expoente sobre liderança cristã, afirmou que liderança é, sobretudo, influência. Ser mãe é ser líder, pois ninguém influencia os filhos mais do que as mães. A mãe carrega os filhos no coração, no ventre, nos braços, no bolso, nos sonhos. Nenhuma outra força na vida da criança é tão poderosa em influência como a mãe.

Muitos homens famosos foram influenciados por suas mães. A mãe de George Washington era uma mulher cristã e muito piedosa, com profundo senso cívico. Seu filho foi o primeiro e um dos melhores presidentes dos EUA. Por outro lado, a mãe de Nero era gananciosa, sensual e assassina, acabou sendo morta pelo próprio filho. Sem dúvida alguma, a mãe pode influenciar seu filho tanto para o bem como para o mal. Necessitamos de mães piedosas que exerçam influencia na vida de seus filhos através do poder da oração.

Mônica, mãe de Agostinho é um notável exemplo do poder e eficácia da oração. Seu filho, antes de ser “o Doutor da Graça” como é conhecido por sua grande habilidade como teólogo, vivia na perversão e imoralidade. Por conta de sua total rebelião contra Deus parecia que jamais seria convertido. Mônica procurou Ambrósio, bispo de Milão, cidade onde Agostinho era professor de retórica, e lhe expôs o problema. Ambrósio lhe disse que ficasse em paz, pois “um filho de tantas lágrimas, jamais podia perecer”. O bispo de Milão estava certo, as orações de Mônica seriam atendidas. Por meio da soberana graça de Deus Agostinho se rendeu a Jesus Cristo, arrependeu-se de seus pecados e teve sua vida transformada. Mônica perseverou em oração por mais de 30 anos até que viu seu filho uma nova criatura em Cristo Jesus. Agostinho foi bispo de Hipona, no norte da África e, um dos maiores teólogos do cristianismo.

Em sua monumental obra, Confissões, ele sempre se reporta a sua mãe como sendo uma bênção em sua vida. Certo dia, ele foi levado a dizer: "Se sou teu filho, ó Senhor, foi porque me deste tal mãe." Louvamos a Deus por cada mãe que dobram seus joelhos para que seus filhos estejam em pé na presença de Deus. Jamais devemos subestimar o poder da oração de uma mãe.

Reflexão: Sou a favor do aborto

Por Mauricio Zágari
Via Blog Apenas
(Nota: Leia o texto até o final antes de tirar conclusões precipitadas)
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Acho muito curioso quando as mulheres que praticam abortos ou os indivíduos que defendem essa prática justificam-se usando o argumento de que “cada mulher é dona de seu próprio corpo” e, por isso, pode fazer o que quiser com ele. Esse é o argumento principal: já que o corpo é meu, tenho total soberania sobre ele. Isso incluiria o direito de aniquilar aquele ser humano que ali está alojado. Bem, existem algumas questões a serem consideradas sobre esse argumento.

Em primeiro lugar, biblicamente ninguém é dono de seu próprio corpo: seu dono é Deus, o autor da vida. Mas nao precisamos nem entrar pela teologia, até porque para um ateu esse argumento não tem nenhum valor, visto que não crê na Bíblia. Então caminhemos por outras veredas, como, por exemplo, o campo jurídico.


O argumento de que cada um é dono de seu próprio corpo mediante a lei é relativo. Quer ver? Quebre a lei. Cometa um crime. Você verá que quem vai decidir se seu corpo ficará trancafiado em uma cela por anos ou se ele terá o direito de continuar andando solto por aí será um juiz ou um júri – não você. Ou então complete 18 anos e veja se, salvo tendo você um bom pistolão, não será obrigado a levar seu corpo todos os dias, durante um ano, a um quartel, onde um militar qualquer vai obrigar seu corpo a fazer polichinelos e flexões, saltar obstáculos e coisas afins. Ou seja: mesmo que não estejamos falando em termos religiosos, a ideia de que seu corpo é propriedade exclusiva sua não passa de uma doce ilusão.


Tendo visto isso, chegamos à questão do aborto. Essa mesma ilusão leva milhares de mulheres a assassinar seus próprios filhos dentro de seus ventres, por achar que têm esse direito. A verdade, queira-se ou não, é que aquele indivíduo que está temporariamente dentro do corpo da mulher não faz parte do corpo dela. Nem de longe. Ou seja: mesmo que a teoria de que cada um seja proprietário de seu corpo fosse verdadeira, o ser humano que cresce dentro do organismo de uma grávida não faz parte do mesmo corpo.  Ou seja, é apenas um inquilino, que está ali para se alimentar por nove meses até chegar a hora de enxergar a luz do sol. Por meio de um cordão umbilical, aquela pessoinha apenas se alimenta e se oxigena.


E é extremamente fácil provar que um feto não faz parte do corpo da mãe. Consideremos o DNA. Toda e qualquer célula do seu corpo, amigo leitor, carrega em si o mesmo DNA, ou seja, o mesmo código genético. Sejam células do cabelo, da bochecha, da pele, do duodeno ou do osso do calcanhar. Agora, compare o DNA de qualquer mãe com o DNA de seu filho e você descobrirá que são diferentes. O que prova que geneticamente o corpo da mãe e o corpo do filho são entidades essencialmente distintas.

Vamos além: tipo sanguíneo. O meu é A negativo. O de minha mãe não. Se o sangue de minha mãe correr dentro de minhas veias eu entro em colapso e morro. E isso ocorre porque o sangue que percorre meu corpo é diferente do de minha mãe, o que é mais uma prova de que somos entidades distintas.


Pensemos agora em um assunto não muito agradável, mas ilustrativo: amputações. Sempre que você amputa uma parte de seu corpo, alguma funcionalidade se perde. Se decepar a mão direita, sendo você destro, por exemplo, terá de reaprender a escrever. Se amputar uma de suas pernas dependerá de algum prótese ou muleta para poder caminhar. Já no caso do aborto, o corpo da mãe-hospedeira não perde nenhuma funcionalidade. Isto é, em termos meramente funcionais, a remoção da criança não altera em nada o funcionamento do organismo da mãe. Mais uma prova de que trata-se de um ser humano completamente independente.


Em resumo: abortar sob o argumento de que a mãe tem direito sobre seu próprio corpo é uma tremenda desculpa esfarrapada para desculpar o indesculpável. É uma justificativa capenga e sem o menor nexo religioso, jurídico ou biológico para justificar o injustificável. Por uma única razão: aquele corpinho que cresce lindamente dentro do corpo da mãe não faz parte do corpo dela, apenas extrai dela o que precisa até se tornar uma criatura autônoma. É um ser humano absolutamente à parte. Logo, a mãe não tem direito algum de assassiná-lo sob o argumento de que tem direito sobre seu próprio corpo.



Mas sou a favor do aborto


Porém, como eu disse no título deste artigo, sou a favor do aborto. Sou 100% a favor. Tornei-me a favor do aborto em 1996, quando Jesus me converteu. Mas, antes que você queira me apedrejar, preciso explicar que não estou me referindo ao abominável, desumano e bárbaro aborto de seres humanos. Me refiro a um aborto que tem de ser feito todos os dias, dia após dia, durante toda a vida. Pois dentro de meu corpo cresce uma entidade que não pertence a ele, um parasita que não compartilha do meu DNA, que não tem o mesmo sangue que eu mas que se alimenta de minhas fraquezas e paixões, crescendo mais e mais dentro de mim. E, se eu não fizer um aborto todos os dias, constantemente, extirpando de mim esse elemento maligno initerruptamente, ele vai acabar sugando de mim toda a vida e me condenando à morte.



Seu nome é pecado.



A entidade que cresce dentro de uma mulher é resultado de uma união, a união de dois seres que estabeleceram um relacionamento e isso gerou aquela vida. Já a entidade que cresce dentro de mim é resultado de uma separação, a separação de dois seres que tiveram uma quebra de relacionamento e isso gerou aquele parasita. Foi quando Adão rompeu seu cordão umbilical com Deus que isso fez com que todos os seus descendentes passassem a nascer com aquele tumor espiritual dentro de si. Um tumor maligno que envenena, distorce nossa natureza e nos tira a saúde espiritual que inicialmente o Senhor planejou para toda a humanidade.


O pecado, assim como um feto, começa pequeno, às vezes imperceptível, e, quanto mais de nossa natureza humana lhe concedemos, mais ele cresce, fortalecendo-se e agigantando-se. Contrariando minha natureza de filho de Deus. Tentando deformar-me e me transformar em algo de um aspecto quasimódico.


No caso do feto, é a mãe que lhe transmite todo tipo de elementos necessários ao seu desenvolvimento: nutrientes, oxigênio e tudo o mais que o fará crescer e viver. Já no caso do pecado, tudo de que ele precisa para crescer e sobreviver é que não o abortemos. Basta deixa-lo ali, tranquilo em seu canto, quietinho, pois o mero contato dele com nossa natureza humana já lhe dá todo alimento de que necessita. Só que, ao contrário da relação entre uma mãe e seu filho, em que ela é quem lhe transfere elementos, é o pecado quem transmite ao seu hospedeiro todo tipo de elementos nocivos: imoralidade sexual, fornicação, impureza, lascívia, idolatria, feitiçaria, inimizades, porfias, emulações, iras, pelejas, dissensões, heresias, invejas, homicídios, bebedices, glutonarias e coisas semelhantes a essas.


Se o feto que vive dentro de uma mulher não for abortado, crescerá tanto que um dia, após nove meses, deixará seu corpo. Mas, no caso do pecado, se ele não for abortado crescerá tanto que um dia poderá chegar ao ponto de se enraizar no seu organismo a tal ponto que tomará conta de sua vida. E, assim, assumirá o controle. Os braços do pecado crescerão por dentro dos seus, as pernas dele se desenvolverão por dentro das suas, o coração do pecado tomará lugar do seu e você começará a pensar com o cérebro do pecado. Como num filme de terror em que um parasita alienígena implantado no corpo de uma pessoa assume aos poucos sua identidade, assim é com o pecado: se não o abortarmos o quanto antes, em breve nossa natureza regenerada e justificada será substituída pela natureza pecaminosa. É o que 1 Tm 4.2 chama de consciência cauterizada.


Essa é a explicação para quando um obreiro frauda o imposto de renda ou a contabilidade de sua empresa. Ou quando um pastor abandona sua esposa. Ou quando uma mulher de Deus se rebela contra a autoridade de seu marido. Ou quando cristãos sinceros enveredam pela política partidária e se deixam corromper. Ou quando um conselho de uma igreja trabalha com caixa dois. Ou quando liderados conspiram contra seus líderes. Ou quando líderes enxergam os membros de sua igreja mais como dizimistas do que como almas. Ou quando um cristão não honra com sua palavra ou seus compromissos. Ou quando um pastor rouba. Ou quando um homem espiritual passa um cheque sem fundos. Ou quando um filho criado na igreja se rebela contra seus pais. Ou quando denominações evangélicas desqualificam outras denominações. Ou quando nosso sim deixa de ser sim e nosso não, não. Em qualquer um desses casos e muitos outros simplesmente aquele pecado maldito não foi abortado enquanto ainda era tempo.


A boa notícia


Mas há uma boa notícia: nunca é tarde para praticar esse aborto. Se você identifica que esse tumor maligno chamado pecado infiltrou-se de tal modo no organismo da sua alma a ponto de te afastar de Deus, há um local onde esse aborto pode ser praticado de forma legalizada e livre de efeitos colaterais.


Chama-se joelho.


Prostre-se. Humilhe-se. Suplique. Rasgue seu peito ante o Senhor e confesse a Ele tudo o que intoxica sua alma. E isso numa conversa franca e sem medos. Busque junto ao Espírito Santo a libertação desse pecado que tanto te envenena. Nunca é tarde demais para isso. Seja lá qual for o pecado que assola a sua vida, você pode neste exato instante submeter-se a uma cirurgia espiritual que vai eliminar totalmente esse parasita infeccioso. E estou falando isso para cristãos, pois muitos de nós que amamos de verdade a Cristo e ao Evangelho diversas vezes deixamos certos pecados crescerem em nós, alimentados por nossas fraquezas e paixões. E para expeli-los precisamos desesperadamente de Jesus.


Sou a favor do aborto do pecado. 
Foi para realizar esse aborto que Jesus se fez carne e veio até nós, para fazer aquilo que o anjo disse a José em Mateus 1.21: “Ele salvará o seu povo dos seus pecados”. Afinal, como o próprio Cristo afirmou, “Não necessitam de médico os sãos, mas sim os enfermos; eu não vim chamar justos, mas pecadores” (Mc 2.17). Ainda há tempo de buscar socorro junto ao médico dos médicos. Para aqueles que assim não fizerem, o próprio Cordeiro de Deus, que veio para tirar o pecado do mundo, dá, em Jo 8.21, o terrível diagnóstico: “Morrereis no vosso pecado”. A cura está à disposição. Cabe a você optar: morrer no pecado ou vê-lo abortado de sua alma. O que vai ser?

Paz a todos vocês que estão em Cristo.

(*Com nova formatação, mas conteúdo intacto)

sexta-feira, 24 de junho de 2011

Igreja estava em construção quando anti-cristãos extremistas pararam o projeto

Questões legais interromperam projeto de construção de igreja



O missionário Satyankar Gedam, do ministério Evangelho para a Ásia, e sua congregação foram impedidos de construir uma nova igreja em uma grande área urbana do sul da Ásia. O edifício estava quase terminado quando anti-cristãos extremistas os acusaram de quebrar os códigos de construção da área e, em seguida desfiguraram a obra.

Os extremistas afirmaram: "Vocês não podem construir qualquer prédio de igreja na localidade. Vocês só estão autorizados a construir uma casa para viver, não uma igreja”.

Eles então passaram a desfigurar a propriedade da igreja, a pintura na parede da frente da igreja.

Como muitas congregações cristãs no sul da Ásia estão sendo abençoadas com o crescimento em Cristo, a necessidade de um edifício torna-se imediata. A aglomeração em casas ou edifícios arrendados se torna uma luta com o grande número de pessoas aceitando a Cristo.

Nestas circunstâncias, uma igreja torna-se mais do que apenas outro ponto de encontro. É uma área designada para a adoração e comunhão entre os crentes. Como a igreja cresce no Sul da Ásia, a necessidade de edifícios de igreja cresce também.

O missionário pede oração para que Deus mude os corações daqueles opostos a sua obra e pelas autoridades que rejeitam as acusações legais.
Fonte: CPAD News

quinta-feira, 23 de junho de 2011

STF rasgou a Constituição ao permitir união entre gays, diz pastor

O pastor da Assembleia de Deus Silas Malafaia afirmou nesta quinta-feira, durante a 19ª edição da Marcha para Jesus, em São Paulo, que o STF (Supremo Tribunal Federal) rasgou a Constituição ao permitir a união entre homossexuais e liberar a Marcha da Maconha.

"Se governador, prefeito e presidente for contra a família, não vai ter o nosso voto. Se amanhã alguém quiser fazer a marcha a favor da pedofilia, vai pode fazer", disse Malafaia. "Não estamos querendo fundar o Estado evangélico", reiterou.

Malafaia apoiou o tucano José Serra na campanha presidencial do ano passado.

Milhares de fiéis participam desde as 10h de hoje do evento religioso no centro de São Paulo. A Polícia Militar e a organização do evento ainda não têm uma estimativa do número de participantes. Entre os presentes também estão o casal fundador da Igreja Renascer em Cristo, Estevam e Sônia Hernandes, e o senador Marcelo Crivella (PRB-RJ).

"Meu Deus é o dono do ouro e da prata. Enquanto meu Deus age, ninguém pode impedir", disse a bispa Sônia.

O evento partiu da praça da Luz (centro) às 10h e percorreu quatro quilômetros até a praça Heróis da FEB (zona norte).

A partir das 14h, começam os atos religiosos e os shows de música gospel. A previsão é que o evento termine por volta das 21h.

No ano passado, segundo a Polícia Militar, a Marcha reuniu 2 milhões de pessoas. Os organizadores esperavam 5 milhões. Neste ano, eles preferiram não divulgar uma estimativa.

De acordo com a Renascer, 800 caravanas com 35 mil pessoas de outras cidades virão para o ato.

Haverá representantes de outras igrejas como Assembleia de Deus, Bola de Neve, Batista Betel e Sara Nossa Terra.

Segundo a CET (Companhia de Engenheira de Tráfego), a avenida Tiradentes, entre a avenida do Estado e túnel Tom Jobim, está interditada desde as 6h na pista local e desde as 9h na expressa.

A praça Campos de Bagatelle está interditada desde as 6h e ficará até as 23h. Já a avenida Olavo Fontoura está bloqueada desde as 9h30 e ficará até as 15h.

A praça Heróis da FEB e a avenida Santos Dumont, ambos os sentidos, foram bloqueadas no trecho correspondente entre a avenida Brás Leme e a rua Santa Eulália às 22h de ontem e permanecerão até as 23h desta quinta-feira.

Mario Angelo/Sigmapress
Fiéis participam da Marcha para Jesus em São Paulo


FONTE FOLHA.COM
DANIEL RONCAGLIA
DE SÃO PAULO

Marcha evangélica reúne milhões de cristãos em São Paulo

Foto: Divulgação


Os fiéis se reuniram nas proximidades da estação Tiradentes do Metrô, na zona leste de São Paulo



A 19ª edição da Marcha para Jesus, considerada o maior evento cristão do mundo, reúne milhões de pessoas desde as 10h desta quinta-feira em São Paulo. A caminhada saiu das proximidades da estação Tiradentes do metrô e seguirá em direção à praça Heróis da Força Expedicionária Brasileira, próximo ao Campo de Marte, na zona norte da cidade, onde acontecem shows.

Trinta e cinco bandas e grupos de música gospel se apresentam no local. Os shows devem prosseguir até as 21h30. A Marcha para Jesus acontece desde 1993 e faz parte do calendário oficial do País desde setembro de 2009, quando a Lei Federal 12.025 foi sancionada pelo então presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

FONTE: TERRA

Confira a programação da Marcha para Jesus e as interdições em SP

A 19ª edição da festa evangélica ocorre nesta sexta (23).
Organização espera receber 800 caravanas de todo o Brasil.
Do G1 SP

imprimir A organização da 19ª Marcha para Jesus, prevista para começar às 10h desta sexta-feira (23) em São Paulo, espera receber de todo o Brasil cerca de 800 caravanas para prestigiar a festa evangélica. De acordo com a assessoria de imprensa, virão em ônibus e vans fiéis de estados como Bahia, Tocantins, Amazonas e Rio de Janeiro. A multidão acompanhará dez trios elétricos e poderá se divertir com os 38 shows programados. Neste ano, o tema da celebração é “A Marcha da Fé”.

Os organizadores do evento não quiseram dar uma estimativa de público. No ano passado, eles afirmam que uma multidão de aproximadamente 5 milhões de pessoas participou da celebração. O palco para os shows será montado na Praça Heróis da Força Expedicionária Brasileira (FEB), perto do Campo de Marte, em Santana, Zona Norte.

Entre as bandas e artistas que confirmaram presença estão Renascer Praise, Cassiane, André Valadão, Thalles Roberto, Soraya Moraes, Fernanda Brum, Marcelo Aguiar e Irmão Lazaro, entre outros. Os shows devem prosseguir até as 21h30, quando termina a festa. De acordo com a assessoria de imprensa da Marcha para Jesus, um espaço para deficientes físicos e auditivos, com direito a tradutores, foi reservado do lado esquerdo do palco. Todas as atrações podem ser conferidas no site.

O atendimento médico no local será realizado por 200 profissionais da área da saúde, como médicos e enfermeiros. Dez ambulâncias garantirão o deslocamento de pacientes em caso de necessidade, de acordo com a assessoria de imprensa da festa. A Marcha para Jesus foi realizada no Brasil pela primeira vez em 1993. A concentração da Marcha é na Estação Tiradentes do Metrô, na Avenida Tiradentes. Dali, as pessoas seguem até a praça Heróis da FEB.

Bloqueios da CET
Por causa da Marcha, a Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) programou interdições nas avenidas Tiradentes, Olavo Fontoura e Santos Dumont para a realização da festa evangélica.


fonte:g1