terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

Marisa Lobo rejeita determinação do Conselho de Psicologia e reafirma que não vai negar sua fé


Após terminar, na última sexta-feira (24), o prazo imposto pelo Conselho Regional de Psicologia do estado do Paraná (CRP/PR), à psicóloga Marisa Lobo, para que ela retirasse das redes sociais todas as menções à sua fé cristã, ela afirmou que nunca negará sua fé em Cristo.

A psicóloga recebeu no dia 09 de fevereiro uma determinação do CRP obrigando-a a retirar, em 15 dias, todo conteúdo de seu blog e Twitter que vincule sua profissão a posicionamentos religiosos, sob pena de perder seu registro profissional no conselho caso não acatasse a decisão. A determinação foi fruto de uma denúncia feita por um grupo de ativistas de um movimento gay contra a psicóloga.

A decisão do conselho foi repudiada por diversos parlamentares evangélicos, como o pastor e deputado federal Marco Feliciano, o senador Magno Malta, o deputado João Campos, que é presidente da Frente Parlamentar Evangélica, e o deputado Roberto de Lucena. Os parlamentares manifestaram apoio à psicóloga, e Feliciano classificou o caso como perseguição religiosa.

Não acatando a ordem do conselho profissional, Marisa Lobo Redigiu um documento de 3 páginas contendo sua defesa contra a determinação. Nesse documento, publicado também em seu blog, ela reafirma sua fé e lembra seu direito constitucional de professar publicamente sua convicção religiosa. Marisa citou em sua defesa o inciso VI do artigo 5º da Constituição Federal, que garante ser “inviolável a liberdade de consciência e de crença”, ela citou ainda a Declaração Universal dos Direitos Humanos, da qual o Brasil é signatário, que também garante o direito à liberdade religiosa.

Ela afirmou ainda que não vai acatar a decisão de retirar da internet conteúdos que vinculem a psicologia a sua fé, e escreveu: “não nego minha fé, não nego meu Deus, não nego meu Jesus, pois creio ser Ele o único Salvador da minha vida”.

“Pode este conselho tomar as devidas providências quanto ao meu caso que lhe convier, quanto a mim lutarei pelos meus direitos, crendo na sociedade, crendo no parlamento, crendo na justiça do homem, na constituição do meu país e crendo principalmente no Deus que sirvo que me dará a vitória”, concluiu a psicóloga, que terminou o documento dizendo: “Feliz é a Nação cujo Deus é o Senhor. Tenho orgulho de ser cristã”.

Por Dan Martins em 27 de fevereiro de 2012


Fonte: Gospel+

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