quinta-feira, 27 de setembro de 2012

Madonna, depois de causar polêmica chamando Obama de “muçulmano negro” diz que religião não importa

 Por Jussara Teixeira
Madonna, depois de causar polêmica chamando Obama de “muçulmano negro” diz que religião não importaA cantora Madonna divulgou uma nota nesta terça-feira (25) a respeito de uma referência ao presidente Barack Obama, a quem chamou de “muçulmano negro”.
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“Eu estava sendo irônica sobre o palco. Sim, sei que Obama não é muçulmano – embora eu saiba que muita gente nesse país acha que ele é. E daí se ele fosse?”. E prosseguiu: “o que eu estava argumentando é que um homem bom é um homem bom, não importa para quem ele reze. Não ligo para qual é a religião de Obama – e ninguém mais na América deveria ligar”, afirmou no comunicado.
Madonna referiu-se a Obama durante show no dia anterior em Washington, onde fez um discurso usando muitos palavrões, segundo o G1.

“Agora, é tão bacana e incrível pensar que temos um afro-americano na Casa Branca (…), temos um muçulmano negro na Casa Branca (…), significa que há esperança neste país, e Obama está lutando pelos direitos dos gays, então apoiamos o homem”, disse a cantora durante a apresentação.

Apesar de ser um cristão praticante, grupos minoritários e oponentes espalham boatos de que ele seguiria secretamente o islamismo. Outros rumores que circulam são sobre sua nacionalidade. Muitos acreditam que ele teria nascido fora dos EUA, e portanto seria inelegível para a presidência.
Madonna é conhecida por sempre se envolver em polêmicas ligadas à política. Apoiadora entusiasta de Obama, ela tem o nome dele escrito nas costas de suas roupas usadas em shows.

Em uma apresentação realizada em Paris em julho, foi colocada a imagem da líder francesa ultradireitista Marine le Pen. Sua imagem apareceu superposta a uma suástica. Por conta disso, a Frente Nacional, partido de Le Pen, disse que iria processar Madonna.

Na Rússia a cantora mais uma vez causou controvérsia ao defender os direitos dos homossexuais e pedir a libertação das integrantes da banda punk feminina Pussy Riot. As roqueiras foram condenadas à prisão depois de fazerem um protesto contra o presidente Vladimir Putin em uma igreja em Moscou.

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