sexta-feira, 5 de outubro de 2012

Suspeito de matar Maiara Köhler será ouvido pela Justiça na próxima semana


Outras 28 pessoas também serão ouvidas pela 1ª Vara Judicial de Canguçu na próxima terça-feira
2ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Estado negou, nesta semana, o pedido liminar do Habeas Corpus movido pela defesa do estudante Bernardo Bubolz Böhm

A 1ª Vara Judicial da Comarca de Canguçu receberá na próxima terça-feira (9), para audiência de instrução e interrogatório, o suspeito de matar Maiara Schellin Köhler. A audiência está marcada para as 9h30. No mesmo dia, serão ouvidas outras 28 testemunhas, sendo 13 homens e 15 mulheres.

O estudante Bernardo Bubolz Böhm, 19 anos, está preso preventivamente no Presídio Estadual de Canguçu desde o dia 4 de setembro. Ele foi denunciado pelo Ministério Público como autor do homicídio doloso por motivo torpe da jovem funcionária da Padaria Frischtick, que foi asfixiada e estrangulada. Após, ele ainda teria ocultado o cadáver.

Seis dias após a prisão preventiva do acusado, a defesa solicitou Habeas Corpus no Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul (TJ-RS). O pedido liminar de soltura do acusado foi negado na segunda-feira (1º).
Na tarde desta quinta-feira (4), o Habeas Corpus solicitado foi concluso e, agora, aguarda julgamento do TJ-RS.

Relembre o caso

Segundo nota publicada no site do Ministério Público do Rio Grande do Sul no início de setembro, Bernardo Bubolz Böhm e Maiara Schellin Köhler encontravam-se eventualmente. No entanto, o denunciado e a vítima tinham visões diversas do relacionamento. Enquanto Bernardo via Maiara como mero passatempo, ela queria casar-se com ele. Entre 19h30 e 21h do dia 7 de julho, em meio a um encontro, a jovem disse que estava grávida para que assumissem publicamente, inclusive para as respectivas famílias, o relacionamento que mantinham. Revoltado com a pressão que sofria, Bernardo investiu contra a garota, matando-a por estrangulamento.

Durante os quase dois meses de investigação, o estudante do curso de Engenharia do Petróleo da Universidade Federal de Pelotas (UFPel) foi ouvido duas vezes pela Polícia Civil. Nas duas oportunidades, ele negou o crime, que teria sido cometido com fios entrelaçados no pescoço da vítima.

FONTE:CANGUÇU ONLINE
http://www.cangucuonline.com.br/index.php?menu=noticia&categoria=49&noticia=4815

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