sábado, 29 de setembro de 2012

Islamofobia: pastor Silas Malafaia critica discurso de Dilma na ONU e afirma que presidente “perdeu a chance de ficar de boca fechada”. Entenda

 Publicado por Tiago Chagas
Islamofobia: pastor Silas Malafaia critica discurso de Dilma na ONU e afirma que presidente “perdeu a chance de ficar de boca fechada”. EntendaA presidente Dilma Rousseff discursou na abertura da Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU) e abordou o que classificou de “preconceito islamofóbico” do ocidente, além de defender a criação de um Estado Palestino pleno.
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Em seu discurso, a presidente Dilma afirmou que a posição do Brasil é contrária ao preconceito contra a religião islâmica: “Como presidenta de um país no qual vivem milhares e milhares de brasileiros de confissão islâmica, registro neste plenário nosso mais veemente repúdio à escalada de preconceito islamofóbico em países ocidentais. O Brasil é um dos protagonistas da iniciativa generosa ‘Aliança de Civilizações’, convocada originalmente pelo governo turco”.

A defesa pela criação de um Estado Palestino foi defendida pela presidente sob o argumento de proporcionar paz à Israel: “Reitero minha fala de 2011, quando expressei o apoio do governo brasileiro ao reconhecimento do Estado Palestino como membro pleno das Nações Unidas.

Acrescentei, e repito agora, que apenas uma Palestina livre e soberana poderá atender aos legítimos anseios de Israel por paz com seus vizinhos, segurança em suas fronteiras e estabilidade política regional”, afirmou Dilma Rousseff, dirigindo-se a Vuk Jeremic, presidente da Assembleia Geral da ONU.

O pastor Silas Malafaia classificou o discurso da presidente como “um dos mais desastrosos e medíocres discursos feito por um estadista brasileiro nas Nações Unidas”, enquanto que o jornalista Reinaldo Azevedo taxou o posicionamento da presidente como “tosco”.

Malafaia publicou comentários sobre o assunto numa matéria em seu site, e afirmou que a fala de Dilma se deu fora de contexto: “Nunca vi uma coisa tão descabida fora da realidade, como a afirmação da presidente Dilma Rousseff, de que no ocidente existe uma Islamofobia. Pergunto: Em que nação do ocidente houve o impedimento para a construção de uma mesquita? Em que nação do ocidente um islâmico é proibido de praticar a sua fé? Em que nação do ocidente eles são perseguidos, presos, e ateiam fogos em suas mesquitas? Que declaração estúpida da presidente, querendo fazer média com as nações muçulmanas. Porque em qualquer país democrático do ocidente eles são livres para suas práticas religiosas”, argumentou Malafaia.

Reinaldo Azevedo afirmou em seu blog no site da revista Veja que a presidente Dilma “disse duas ou três coisas certas e uma porção de mistifcações e sandices”. Segund Azevedo, “era errada a impressão de que a política externa brasileira havia passado por uma inflexão no governo Dilma. A presidente, em muitos aspectos, conseguiu fazer um discurso ainda mais raso e tosco do que aqueles que tão bem caracterizaram seu antecessor. Infelizmente, esses são os fatos”, criticou.

Silas Malafaia ressaltou que a presidente Dilma perdeu a oportunidade de ponderar a respeito da perseguição a cristãos em países muçulmanos e citou a falta de envolvimento dela na luta pela libertação do pastor Yousef Nadarkhani, no Irã.

-A presidente Dilma perdeu sim, a oportunidade de falar da Cristofobia, onde nos países muçulmanos como Indonésia, Nigéria, Irã e etc… pastores e cristãos são presos e assassinados, igrejas com gente dentro são queimadas, proibição de abertura de igrejas cristãs, e uma verdadeira perseguição religiosa. A presidente perdeu a oportunidade de falar sobre isso, pois o Brasil é composto de 90% de cristãos, e aqui no nosso país não existe nenhum tipo de perseguição ou retaliação aos muçulmanos. Que vergonha! A presidente Dilma perdeu a oportunidade de ficar de boca fechada sobre este assunto. Não vimos nenhum movimento dela em favor da libertação do pastor Youcef no Irã, preso pelos intolerantes islâmicos – afirmou o pastor da Assembleia de Deus Vitória em Cristo.

Sobre a criação de um estado soberano na palestina, Malafaia questionou as exigências e a falta de representantes democráticos do povo palestino no comando da Autoridade Palestina: “Israel é o único Estado democraticamente pleno no Oriente Médio. Os que governam os palestinos são grupos terroristas que pregam a eliminação do Estado de Israel, e que praticam atentados contra a soberania deste Estado. Como Israel poderá reconhecê-los?”, observou, lembrando ainda da questão envolvendo Jerusalém: “Os palestinos querem Jerusalém como sua capital. Como isto pode acontecer se Jerusalém é a capital do Estado de Israel, foi fundada pelo rei Davi, e Jerusalém, na história, nunca foi capital de Estado Árabe? Como um Estado soberano vai dividir sua capital?”.

Malafaia ainda afirmou que o território de Israel pertence ao povo hebreu a milênios, e por isso não podem ser entregues aos palestinos: “Israel ocupa 1% de todo território, não se engane com a propaganda. Os palestinos são de origem árabe, não possuem cultura palestina, possuem uma língua e cultura árabes. Milenarmente aquelas terras pertencem a Israel, creio que haverá paz (tirando aqui a questão escatológica e espiritual) quando eles reconhecerem o Estado de Israel como uma nação soberana”.

Confira abaixo a íntegra do discurso da presidente Dilma Rousseff na abertura da Assembleia Geral da ONU, em Nova York:
Senhor presidente da Assembleia Geral, Vuk Jeremic,
Senhor secretário-geral das Nações Unidas, Ban Ki-moon,
Senhoras e senhores Chefes de Estado e de Governo,
Senhoras e senhores,
Mais uma vez uma voz feminina inaugura o debate na Assembleia-Geral das Nações Unidas. Para muitos, nós, mulheres, somos a metade do céu, mas nós queremos ser a metade da Terra também, com igualdade de direitos e oportunidades, livres de todas as formas de discriminação e violência, capazes de construir a sua emancipação, e com ela contribuir para a plena emancipação de todos.

Senhor Presidente,
Um ano após o discurso que pronunciei nesta mesma tribuna, constato a permanência de muitos dos problemas que nos afligiam já em setembro de 2011. Quero hoje voltar a discutir algumas destas questões cuja solução é cada vez mais urgente.

Senhor Presidente,
A grave crise econômica, iniciada em 2008, ganhou novos e inquietantes contornos. A opção por políticas fiscais ortodoxas vem agravando a recessão nas economias desenvolvidas com reflexos nos países emergentes, inclusive o Brasil.

As principais lideranças do mundo desenvolvido ainda não encontraram o caminho que articula ajustes fiscais apropriados e estímulos ao investimento e à demanda indispensáveis para interromper a recessão e garantir o crescimento econômico.

A política monetária não pode ser a única resposta para resolver o crescente desemprego, o aumento da pobreza e o desalento que afeta, no mundo inteiro, as camadas mais vulneráveis da população.

Os Bancos Centrais dos países desenvolvidos persistem em uma política monetária expansionista que desequilibra as taxas de câmbio. Com isso, os países emergentes perdem mercado devido à valorização artificial de suas moedas, o que agrava ainda mais o quadro recessivo global.

Não podemos aceitar que iniciativas legítimas de defesa comercial por parte dos países em desenvolvimento sejam injustamente classificadas como protecionismo. Devemos lembrar que a legítima defesa comercial está amparada pelas normas da Organização Mundial do Comércio.

O protecionismo e todas as formas de manipulação do comércio devem ser combatidos, pois conferem maior competitividade de maneira espúria e fraudulenta.

Não haverá resposta eficaz à crise enquanto não se intensificarem os esforços de coordenação entre os países e os organismos multilaterais como o G-20, o FMI e o Banco Mundial. Esta coordenação deve buscar reconfigurar a relação entre política fiscal e monetária para impedir o aprofundamento da recessão, controlar a guerra cambial e reestimular a demanda global.

Sabemos, por experiência própria, que a dívida soberana dos Estados e a dívida bancária e financeira não serão equacionadas num quadro recessivo, ao contrário, a recessão só agudiza esses problemas. É urgente a construção de um amplo pacto pela retomada coordenada do crescimento econômico global, impedindo a desesperança provocada pelo desemprego e pela falta de oportunidades.

Senhor presidente,
Meu país tem feito a sua parte. Nos últimos anos mantivemos uma política econômica prudente, acumulamos reservas cambiais expressivas, reduzimos fortemente o endividamento público e com políticas sociais inovadoras, retiramos 40 milhões de brasileiros e brasileiras da pobreza, consolidando um amplo mercado de consumo de massa.

Fomos impactados pela crise, como todos os países. Mas, apesar da redução conjuntural de nosso crescimento, estamos mantendo o nível de emprego em patamares extremamente elevados. Continuamos reduzindo a desigualdade social e aumentando significativamente a renda dos trabalhadores. Superamos a visão incorreta que contrapõe, de um lado as medidas de incentivo ao crescimento, e de outro, os planos de austeridade. Esse é um falso dilema. A responsabilidade fiscal é tão necessária quanto são imprescindíveis medidas de estímulo ao crescimento, pois a consolidação fiscal só é sustentável em um contexto de recuperação da atividade econômica.

A história revela que a austeridade, quando exagerada e isolada do crescimento, derrota a si mesma. A opção do Brasil tem sido a de enfrentar, simultaneamente, esses desafios.
Ao mesmo tempo em que observamos um estrito controle das contas públicas, aumentamos nossos investimentos em infraestrutura e educação.

Ao mesmo tempo em que controlamos a inflação, atuamos vigorosamente nas políticas de inclusão social e combate à pobreza. E, ao mesmo tempo em que fazemos reformas estruturais na área financeira e previdenciária, reduzimos a carga tributária, o custo da energia e investimos em infraestrutura, em conhecimento para produzir ciência, tecnologia e inovação.

Há momentos em que não podemos escolher entre uma coisa ou outra. Não há este tipo de alternativa. Há que desenvolvê-las de forma simultânea e articulada.

Assim como em 2011, senhor presidente, o Oriente Médio e o Norte da África continuam a ocupar um lugar central nas atenções da comunidade internacional. Importantes movimentos sociais, com distintos signos políticos varreram regimes despóticos e desencadearam processos de transição cujo sentido e direção ainda não podem ser totalmente estabelecidos.

Mas não é difícil identificar em quase todos esses movimentos um grito de revolta contra a pobreza, o desemprego, a realidade da falta de oportunidades e de liberdades civis, impostas por governos autoritários a amplos setores dessas sociedades, sobretudo às populações mais jovens.

Não é difícil, igualmente, encontrar nesses acontecimentos as marcas de ressentimentos históricos, provocados por décadas de políticas coloniais ou neocoloniais levadas a cabo em nome de uma ação supostamente civilizatória. Pouco a pouco, foram ficando claros os interesses econômicos que estavam por de trás daquelas políticas.

Hoje, assistimos consternados à evolução da gravíssima situação da Síria. O Brasil condena, nos mais fortes termos, a violência que continua a ceifar vidas nesse país.

A Síria produz um drama humanitário de grandes proporções no seu território e em seus vizinhos. Recai sobre o governo de Damasco a maior parte da responsabilidade pelo ciclo de violência que tem vitimado grande número de civis, sobretudo mulheres, crianças e jovens. Mas sabemos também da responsabilidade das oposições armadas, especialmente daquelas que contam com apoio militar e logístico de fora.

Como presidenta de um país que é pátria de milhões de descendentes de sírios, lanço um apelo às partes em conflito para que deponham as armas e juntem-se aos esforços de mediação do representante especial da ONU e da Liga Árabe. Não há solução militar para a crise síria. A diplomacia e o diálogo são não só a melhor, mas, creio, a única opção.

Ainda como presidenta de um país no qual vivem milhares e milhares de brasileiros de confissão islâmica, registro neste plenário nosso mais veemente repúdio à escalada de preconceito islamofóbico em países ocidentais. O Brasil é um dos protagonistas da iniciativa generosa “Aliança de Civilizações”, convocada originalmente pelo governo turco.

Com a mesma veemência, senhor Presidente, repudiamos também os atos de terrorismo que vitimaram diplomatas americanos na Líbia.

Senhor Presidente,
Ainda com os olhos postos no Oriente Médio, onde residem alguns dos mais importantes desafios à paz e à segurança internacional, quero deter-me mais uma vez na questão israelo– palestina.

Reitero minha fala de 2011, quando expressei o apoio do governo brasileiro ao reconhecimento do Estado Palestino como membro pleno das Nações Unidas.

Acrescentei, e repito agora, que apenas uma Palestina livre e soberana poderá atender aos legítimos anseios de Israel por paz com seus vizinhos, segurança em suas fronteiras e estabilidade política regional.

Senhor presidente,
A comunidade internacional tem dificuldade crescente para lidar com o acirramento dos conflitos regionais. E isto fica visível nos impasses do Conselho de Segurança das Nações Unidas. Esse é um dos mais graves problemas que enfrentamos. A crise iniciada em 2008 mostrou que é necessário reformar os mecanismos da governança econômica mundial. Na verdade, isto até hoje não foi integralmente implementado.

As guerras e os conflitos regionais, cada vez mais intensos, as trágicas perdas de vidas humanas e os imensos prejuízos materiais para os povos envolvidos demonstram a imperiosa urgência da reforma institucional da ONU e em especial de seu Conselho de Segurança.

Não podemos permitir que este Conselho seja substituído – como vem ocorrendo – por coalizões que se formam à sua revelia, fora de seu controle e à margem do direito internacional.

O uso da força sem autorização do Conselho, uma clara ilegalidade, vem ganhando ares de opção aceitável. Mas, senhor Presidente, definitivamente, não é uma opção aceitável. O recurso fácil a esse tipo de ação é produto desse impasse que imobiliza o Conselho. Por isso, ele precisa urgentemente ser reformado.

O Brasil sempre lutará para que prevaleçam as decisões emanadas da ONU. Mas queremos ações legítimas, fundadas na legalidade internacional. Com esse espírito, senhor presidente, defendi a necessidade da “responsabilidade ao proteger” como complemento necessário da “responsabilidade de proteger”.

Senhoras e senhores,
O multilateralismo está hoje mais forte depois da Rio+20.

Naqueles dias de junho, realizamos juntos a maior e mais participativa conferência da história das Nações Unidas, no que
se refere ao meio ambiente, e pudemos passos firmes rumo à consolidação histórica de um novo paradigma: crescer, incluir, proteger e preservar, ou seja, a síntese do desenvolvimento sustentável.

Agradeço especialmente o empenho do secretário-geral Ban Ki-moon e do embaixador Sha Zukang, que tanto colaboraram com o Brasil, antes e durante a Conferência.

O documento final que aprovamos por consenso no Rio de Janeiro não só preserva o legado de 1992, como constitui ponto de partida para uma agenda de desenvolvimento sustentável para o século XXI, com foco na erradicação da pobreza, no uso consciente dos recursos naturais e nos padrões sustentáveis de produção e consumo.

As Nações Unidas tem pela frente uma série de tarefas delegadas pela Conferência do Rio, somos parceiros. Menciono aqui, em particular, a definição dos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável.

A Rio+20 projetou um poderoso facho de luz sobre o futuro que queremos. Temos de levá-lo avante. Temos a obrigação de ouvir os repetidos alertas da ciência e da sociedade, no que se refere à mudança do clima. Temos de encarar a mudança do clima como um dos principais desafios às gerações presentes e futuras.

O governo brasileiro está firmemente comprometido com as metas de controle das emissões de gás de efeito estufa e com o combate, sem tréguas, ao desmatamento da Floresta Amazônica.

Em 2009, voluntariamente, adotamos compromissos e os transformamos em legislação. Essas metas são particularmente ambiciosas para um país em desenvolvimento, um país que lida com urgências de todos os tipos para oferecer bem-estar à sua população.

Esperamos que os países historicamente mais responsáveis pela mudança do clima, e mais dotados de meios para enfrentá-la, cumpram também com suas obrigações perante a comunidade internacional. Outra iniciativa das Nações Unidas que o Brasil também considera importante, que saudamos, é o lançamento da Década de Ação pela Segurança no Trânsito – 2011/2020. O Brasil está mobilizado nas ações de proteção à vida, que assegurem a redução dos acidentes de trânsito, uma das principais causas de morte entre a população jovem do mundo. Para isso, nosso governo está desenvolvendo uma ampla campanha de conscientização em parceria com a Federação Internacional de Automobilismo.

Senhor Presidente,
Em um cenário de desafios ambientais, crises econômicas e ameaças à paz em diferentes pontos do mundo, o Brasil continua empenhado em trabalhar com seus vizinhos por um ambiente de democracia, um ambiente de paz, de prosperidade e de justiça social.

Avançamos muito na integração do espaço latino-americano e caribenho como prioridade para nossa inserção internacional. Nossa região é um bom exemplo para o mundo. O Estado de Direito que conquistamos com a superação dos regimes autoritários que marcaram o nosso continente está sendo preservado e está sendo fortalecido.

Para nós, a democracia não é um patrimônio imune a assaltos, temos sido firmes, – Mercosul e Unasul – quando necessário, para evitar retrocessos porque consideramos integração e democracia princípios inseparáveis.

Reafirmo também o nosso compromisso de manter a região livre de armas de destruição em massa. E nesse ponto, quero lembrar a existência de imensos arsenais que, além de ameaçar toda a humanidade, agravam tensões e prejudicam os esforços de paz.

O mundo pede, em lugar de armas, alimentos, para o bilhão de homens, mulheres e crianças que padecem do mais cruel castigo que se abate sobre a humanidade: a fome.
Por fim, senhor Presidente, quero referir-me a um país-irmão, querido de todos os latino-americanos e caribenhos: Cuba. Cuba tem avançado na atualização de seu modelo econômico. E para seguir em frente nesse caminho, precisa do apoio de parceiros próximos e distantes.

Precisa do apoio de todos. A cooperação para o progresso de Cuba é, no entanto, prejudicada pelo embargo econômico que há décadas golpeia sua população. É mais do que chegada a hora de pôr fim a esse anacronismo, condenado pela imensa maioria dos países das Nações Unidas.

Senhor presidente,
 Este ano, assistimos todos aos Jogos Olímpicos e Paraolímpicos, organizados brilhantemente pelo Reino Unido. Com o encerramento dos Jogos de Londres, já começou, para o Brasil, a contagem regressiva para as Olimpíadas do Rio de Janeiro, em 2016, que serão precedidas pela Copa do Mundo de 2014.

A cada dois anos, durante os Jogos de verão e de inverno, a humanidade parece despertar para valores que nos deveriam inspirar permanentemente: a tolerância, o respeito pelas diferenças, a igualdade, a inclusão, a amizade e o entendimento, princípios que são também os alicerces dos direitos humanos e desta Organização.

Ao inaugurar esta sexagésima sétima Assembleia Geral, proponho a todas as nações aqui representadas que se deixem iluminar pelos ideais da chama olímpica.
Senhoras e senhores,

O fortalecimento das Nações Unidas é extremamente necessário neste estágio em que estamos, onde a multipolaridade abre uma nova perspectiva histórica. É preciso trabalhar para que assim seja. Trabalhar para que, na multipolaridade que venha a prevalecer, a cooperação predomine sobre o confronto, o diálogo se imponha à ameaça, a solução negociada chegue sempre antes e evite a intervenção pela força.

Reitero que nesse esforço, necessariamente coletivo, e que pressupõe busca de consensos, cabe às Nações Unidas papel privilegiado. Sobretudo, à medida que a Organização e suas diferentes instâncias se tornem mais representativas, mais legítimas e, portanto, mais eficazes.

Muito obrigada
Por Tiago Chagas, para o Gospel+

Parabéns Sincler Henzel Ferreira, por seu Aniversário de 15 anos.




Mensagens de Aniversário para 15 Anos




Na primavera de cada aniversário que comemoramos, existem datas que são bem mais especiais que outras, e você comemorou uma das mais bonitas e marcantes, os seus esperados e desejados 15 anos.

Que felicidade a minha poder estar ao seu lado pra ver todo o brilho que emana no seu sorriso lindo.

Este é o aniversário que marcará a transição da passagem da infância para a sua adolescência, uma fase diferente e misteriosa cheia de mistérios a serem desvendados, e muitas aventuras a serem vividas.

A descoberta de sua própria identidade, uma maneira diferente de ver a vida de enxergar o mundo sobre um ângulo diferente.

O amadurecimento tem um toque especial e cheio de encanto, acredito que fazer 15 anos carrega em si um caráter especial pois é um período onde florescem as responsabilidades.

Viva com sabedoria e muita dignidade os seus 15 anos, pois será o começo da procura de sua felicidade.

Parabéns Sincler Henzel Ferreira, pelos seus lindos 15 anos, E Que Deus te Abençoe grande e poderosamente, em nome de Jesus.
 Votos de  Gideões Canguçu / RS.
 





sexta-feira, 28 de setembro de 2012

Alunas evangélicas são impedidas de entrar em escola por estarem de saia

 A mãe de uma delas afirmou que a filha estuda no colégio há muitos anos e nunca foi avisada da proibição
Alunas evangélicas são impedidas de entrar em escola por estarem de saia
Alunas evangélicas são impedidas de entrar em escola por estarem de saiaMais de dez alunas do segundo e terceiro ano de uma escola pública de Olinda (PE) foram barradas pelo diretor na quarta-feira (26) por estarem vestidas de saia. As alunas são evangélicas da igreja Assembleia de Deus e vestiam saias na altura do joelho.

A reportagem da Rede Globo de Pernambuco foi até a Escola Estadual Padre Francisco Carneiro, localizada no bairro de São Benedito, acompanhar o caso e tentar encontrar uma resposta junto a direção do colégio. O diretor não autorizou os funcionários a se pronunciarem, orientando a produção da emissora a falar com a Secretaria de Educação.

Para o jornalista uma das alunas afirmou que o diretor reclamou do uso de saias e ela afirmou que a vestimenta é uma das regras de sua religião. “Eu disse para o diretor: ‘nós não podemos usar saia, somos evangélicas?’. Ele disse que não ia interferir na religião de ninguém, que podíamos usar saia, mas que queria ver o tamanho da saia da gente. Nossas saias estão bem decentes, estão em um tamanho ótimo”, disse Taylene Batista.

Outra aluna que ficou pra fora da escola foi Thalita Cunha que chorou muito com medo de perder as provas que teria naquele dia. “A gente foi barrada, logo hoje que tenho cinco provas, trabalhos, estudos. Isso aqui é uma escola do governo. Ele devia chamar a gente para dentro, não colocar a gente para fora. Vocês viram que ele fechou o portão na nossa cara”.

A mãe de uma das alunas, Maria José Ferreira, se surpreendeu com a decisão do diretor, pois sua filha estuda no colégio há muito tempo e nunca foi impedida de entrar por causa da saia.
Direção marca reunião com alunas
No final da tarde as alunas foram chamadas para uma reunião com a direção da escola e um Comitê de Fardamento foi criado para solucionar o problema do uso do uniforme escolar.

Para as alunas o diretor explicou que foi um mal entendido do porteiro, que foi orientado a não deixar que meninas entrassem na escola com saias acima do joelho.

A equipe da TV Globo conseguiu entrar em contato com Secretaria Estadual de Educação que garantiu enviar ainda esta semana uma Comissão de Direito do Aluno para apurar o caso. O órgão também afirmou que as provas que foram perdidas pelas alunas serão remarcadas e que o diretor será notificado com uma medida administrativa.

por Leiliane Roberta Lope
http://noticias.gospelprime.com.br/alunas-evangelicas-sao-impedidas-de-entrar-em-escola-por-estarem-de-saia/



quinta-feira, 27 de setembro de 2012

Renato Vargens crítica “fariseus da modernidade” que são contra férias de pastores: “Não querem pastor, querem escravos”. Leia na íntegra

 Publicado por Tiago Chagas
Renato Vargens crítica “fariseus da modernidade” que são contra férias de pastores: “Não querem pastor, querem escravos”. Leia na íntegraClassificando como “fariseu da modernidade” quem é contra as férias de pastor, o líder da Igreja Cristã da Aliança, pastor Renato Vargens, escreveu sobre a necessidade de férias para os ministros que administram igrejas.
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Segundo Vargens, a concepção popular a respeito das funções de pastor são distorcidas e remetem à escravidão: “Lamentavelmente alguns dos evangélicos querem um escravo e não um pastor.

Mesmo porque, este tipo de gente acredita que o pastor tem que trabalhar o tempo todo sem direito a descanso, feriados ou lazer. Para os “workaholics” da fé, o pastor deve gastar todo o seu vigor visitando velhinhas ao final da tarde, paparicando marmanjos esquizofrênicos, além é claro de esmerar-se cotidianamente a resolver os problemas dos outros”.

-Esses hipócritas não vivem sem descanso, mas acham um absurdo com que os pastores dediquem parte do seu tempo as suas esposas e filhos num justo e merecido período de férias – crítica o pastor.
Os danos colaterais de uma dedicação desmedida ao ministério são fatos destacados pelo pastor Renato Vargens em seu texto: “Infelizmente em virtude da pressão dessa corja religiosa não são poucos os pastores que perderam seus casamentos e filhos. O número de adolescentes desviados é assustador! Eu tenho um amigo pastor que perdeu o filho para o álcool, simplesmente pelo fato de ter dedicado todo o seu tempo a igreja, abandonando na esquina do esquecimento a família”.

Alguns estudos a respeito do desgaste sofrido por pastores foram realizados e identificaram razões que motivaram líderes a abandonarem seus ministérios. Uma pesquisa realizada pelos institutos Fuller, George Barna e Pastoral Care nos Estados Unidos descobriu que 45,5% dos pastores que participaram do estudo alegaram estarem deprimidos. O jornalista Marcelo Brasileiro publicou na revista Cristianismo Hoje, dados de outro estudo, que aponta que aproximadamente 1,5 mil pastores abandonem o ministério todos os meses devido aos efeitos colaterais da função.

Renato Vargens ressalta em seu texto que uma mudança de cultura é necessária para preservar os ministros: “O que adianta o homem ganhar o mundo e perder os de sua casa? Lamento lhe informar que se você é daqueles que pensa que o pastor não deve tirar férias precisa urgentemente rever seus valores”.

Confira abaixo a íntegra do artigo “Eles não querem um pastor, querem um escravo”, do pastor Renato Vargens:
Outro dia eu escrevi um texto sobre férias pastorais (leia aqui) e por mais incrível que possa parecer um número significativo de pessoas reclamaram considerando um verdadeiro absurdo o pastor tirar férias.

Houve alguns que disseram: “Férias pastorais? Ora, o diabo e os seus demônios não tiram férias e o pastor quer tirar?” Sou contra, bradou o fariseu da modernidade.
Noutra ocasião, um pastor amigo compartilhou que um dos diáconos de sua igreja disse: “Pastor, vamos aproveitar que o senhor está de férias e fazer uma visitinha?”

Caro leitor, lamentavelmente alguns dos evangélicos querem um escravo e não um pastor. Mesmo porque, este tipo de gente acredita que o pastor tem que trabalhar o tempo todo sem direito a descanso, feriados ou lazer. Para os “workaholics” da fé, o pastor deve gastar todo o seu vigor visitando velhinhas ao final da tarde, paparicando marmanjos esquizofrênicos, além é claro de esmerar-se cotidianamente a resolver os problemas dos outros.

Esses hipócritas não vivem sem descanso, mas acham um absurdo com que os pastores dediquem parte do seu tempo as suas esposas e filhos num justo e merecido período de férias.

Infelizmente em virtude da pressão dessa corja religiosa não são poucos os pastores que perderam seus casamentos e filhos. O número de adolescentes desviados é assustador! Eu tenho um amigo pastor que perdeu o filho para o álcool, simplesmente pelo fato de ter dedicado todo o seu tempo a igreja, abandonando na esquina do esquecimento a família.
Prezado amigo, por favor responda sinceramente: O que adianta o homem ganhar o mundo e perder os de sua casa? Lamento lhe informar que se você é daqueles que pensa que o pastor não deve tirar férias precisa urgentemente rever seus valores.

Como já afirmei anteriormente as férias pastorais são motivos de bênçãos para o ministro e para a igreja. Sim! Isso mesmo! Para o pastor, que tem a oportunidade de renovar as suas baterias, além obviamente de investir INTEGRALMENTE na sua relação familiar. E para a igreja, que ao receber o pastor de volta o tem com gás novo pronto para um novo ano que se inicia.

Igrejas que incentivam os seus pastores a gozar de férias demonstram amor e consideração por aquele que com dedicação e esmero tem se doado a favor do reino.
Pense nisso!

Renato Vargens
Por Tiago Chagas, para o Gospel+

Madonna, depois de causar polêmica chamando Obama de “muçulmano negro” diz que religião não importa

 Por Jussara Teixeira
Madonna, depois de causar polêmica chamando Obama de “muçulmano negro” diz que religião não importaA cantora Madonna divulgou uma nota nesta terça-feira (25) a respeito de uma referência ao presidente Barack Obama, a quem chamou de “muçulmano negro”.
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“Eu estava sendo irônica sobre o palco. Sim, sei que Obama não é muçulmano – embora eu saiba que muita gente nesse país acha que ele é. E daí se ele fosse?”. E prosseguiu: “o que eu estava argumentando é que um homem bom é um homem bom, não importa para quem ele reze. Não ligo para qual é a religião de Obama – e ninguém mais na América deveria ligar”, afirmou no comunicado.
Madonna referiu-se a Obama durante show no dia anterior em Washington, onde fez um discurso usando muitos palavrões, segundo o G1.

“Agora, é tão bacana e incrível pensar que temos um afro-americano na Casa Branca (…), temos um muçulmano negro na Casa Branca (…), significa que há esperança neste país, e Obama está lutando pelos direitos dos gays, então apoiamos o homem”, disse a cantora durante a apresentação.

Apesar de ser um cristão praticante, grupos minoritários e oponentes espalham boatos de que ele seguiria secretamente o islamismo. Outros rumores que circulam são sobre sua nacionalidade. Muitos acreditam que ele teria nascido fora dos EUA, e portanto seria inelegível para a presidência.
Madonna é conhecida por sempre se envolver em polêmicas ligadas à política. Apoiadora entusiasta de Obama, ela tem o nome dele escrito nas costas de suas roupas usadas em shows.

Em uma apresentação realizada em Paris em julho, foi colocada a imagem da líder francesa ultradireitista Marine le Pen. Sua imagem apareceu superposta a uma suástica. Por conta disso, a Frente Nacional, partido de Le Pen, disse que iria processar Madonna.

Na Rússia a cantora mais uma vez causou controvérsia ao defender os direitos dos homossexuais e pedir a libertação das integrantes da banda punk feminina Pussy Riot. As roqueiras foram condenadas à prisão depois de fazerem um protesto contra o presidente Vladimir Putin em uma igreja em Moscou.

Cabo Bruno é assassinado em frente à sua casa quando voltava de culto

 Por Jussara Teixeira
Cabo Bruno é assassinado em frente à sua casa quando voltava de cultoFlorisvaldo de Oliveira, o cabo Bruno, ex-policial militar que atuou como justiceiro nos anos 80 foi morto a tiros, no final da noite desta quarta-feira (26), na porta da casa onde morava, na cidade de Pindamonhangaba (SP), no Vale do Paraíba.
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Oliveira havia sido empossado no domingo (23) na função de pastor na Igreja Refúgio em Cristo, em Taubaté. Ele havia conseguido um indulto para sair da prisão e estava há 34 dias em liberdade. Ao todo cumpriu 28 anos atrás da grades, período em que tentou fugir por três vezes.

O crime ocorreu às 23h45 quando a vítima voltava de um culto em Aparecida e foi surpreendido por criminosos no local em que residia. Segundo o tenente Mário Tonini, da 2ª Companhia do 5º Batalhão da Polícia Militar, provavelmente foi um crime de execução.

“Segundo testemunhas, eram dois homens que chegaram a pé e atiraram somente contra ele (Florisvaldo). Não foi anunciado assalto. Havia um carro próximo do local, possivelmente utilizado pelos atiradores na fuga. Não temos pistas ainda sobre a autoria. Provavelmente foi um crime de execução, porém isso ficará agora a cargo da Polícia Civil investigar”, afirmou o policial, de acordo com a agência Estado.

Oliveira morreu no local e não chegou a ser levado ao hospital. Segundo peritos que estiveram no local do crime, foram encontradas cápsulas de uma pistola ponto 40 – calibre utilizado pela Polícia Militar – e de outra arma, calibre 380. Nada foi levado dele ou das pessoas que o acompanhavam, de acordo com a Veja.

Nos anos 80, quando era chamado de Cabo Bruno, ele comandou um esquadrão da morte, sendo acusado do assassinato de mais de 50 pessoas. As mortes eram encomendadas por comerciantes da zona sul de São Paulo.

Durante o período de cárcere, Oliveira converteu-se ao cristianismo e se tornou pastor evangélico, influenciando a muitos ainda dentro da prisão. Casou-se com uma cantora evangélica.
Depois de cumprir 20 anos de prisão ininterruptos, conseguiu o indulto pleno para o restante da pena, por apresentar bom comportamento. Ele havia sido condenado originalmente a 117 anos e quatro meses de reclusão.

O crime já foi registrado no Distrito Policial Central de Pindamonhangaba, onde serão procedidas as investigações.



fonte> Gospel mais
http://noticias.gospelmais.com.br/cabo-bruno-e-assassinado-frente-casa-voltava-culto-43108.html

Mãe enfrenta cinco abortos e um câncer para dar à luz: “Minha bebê é um milagre, e Deus é o responsável”

 Publicado por Tiago Chagas
Mãe enfrenta cinco abortos e um câncer para dar à luz: “Minha bebê é um milagre, e Deus é o responsável”Uma mulher que enfrentou cinco abortos e um câncer cervical deu à luz recentemente e credita o feito a um milagre divino. Amy Newton, uma inglesa de 28 anos tornou-se notícia no mundo todo após revelar sua história ao jornal The Sun.
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Em 2010, Amy e seu marido Michael, de 30 anos, resolveram que era o momento de ter um filho, e num espaço de um ano, Amy sofreu cinco abortos, o que a levou a pensar que nunca engravidaria.

Quando engravidou pela sexta vez, em novembro de 2011, Amy foi diagnosticada com um câncer cervical. Sua gestação estava na nona semana, e como parte do tratamento, um pedaço de seu útero deveria ser removido.

O fato ganhou contornos dramáticos pois o procedimento cirúrgico específico para a retirada de parte do colo do útero havia sido realizado apenas duas vezes em mulheres gestantes no Reino Unido. Mesmo assim, os médicos do Hospital de Nottingham realizaram a cirurgia, que foi bem sucedida: “Os médicos retiraram grande parte do meu útero e havia uma grande chance de eu não seu capaz de suportar o bebê”, testemunhou a jovem.

Ao jornal inglês, já com sua filha no colo, Amy declarou que sua fé a ajudou a enfrentar a gravidez de risco: “Eu nunca deixei de acreditar que minha bebê sobreviveria, até que ela nasceu em 18 de julho. Ela é um pequeno milagre, e Deus é o grande responsável por esta causa”, relatou.

Por Tiago Chagas, para o Gospel+

quarta-feira, 26 de setembro de 2012

Geração de Davi? Ora, não me faça rir...

GERAÇÃO DE DAVI? ORA, NÃO ME FAÇA RIR...

Geração de Davi? Geração de adoradores? Que nada! Estamos na geração Fast Food Gospel.... Pedro, não querem mais o puro leite! Paulo, não querem mais o alimento sólido! Querem só um McLanche Feliz e um brinquedo!

O que quero dizer é que a geração de Davi existe. A geração de adoradores existe. Entretanto, como bem disse o nosso Mestre, pelos frutos se conhece a árvore. E os frutos que vemos na Igreja nos dias de hoje não são os encontrados em Davi, ou nos adoradores que Jesus disse à samaritana que Deus buscava. Confundimos "resultados" com "frutos", damos glória a Deus porque o IBGE aponta para o crescimento da "igreja evangélica", e confundimos inchaço com crescimento. Esquecemos que esta multidão nem sempre é aceita por Cristo. Foi Ele mesmo quem proferiu um discurso tão duro que a multidão foi embora. Ficou só a minoria. Só doze, e um deles era diabo!!

Temos uma geração que quer pôr Deus no canto da parede, vociferando arrogantemente: "- Restitui, eu quero de volta o que é meu!", como se tivesse direito a alguma coisa, senão condenação. Deus não é Senhor nesta geração, e sim servo. É a geração que não se contenta com a pura graça de Deus. Quer mais, e mais, e mais! Quer reinar!! Quer ser cabeça a todo custo!


Temos uma geração que afirma categoricamente que "o melhor de Deus ainda está por vir", esquecendo-se (ou desprezando o fato) de que Jesus Cristo, o Filho, o melhor que havia no céu ao lado do Pai, já veio. Queremos mais, pois Jesus não é suficiente!

Temos uma geração que fomenta no povo um terrível sentimento íntimo, que prefere estar no alto do palco, olhando arrogantemente para os seus inimigos boquiabertos na platéia e sentindo o sabor de mel da vingança na boca, do que observando o que Jesus disse a respeito dos nossos inimigos: "Ouvistes que foi dito: Amarás o teu próximo, e aborrecerás o teu inimigo. Eu, porém, vos digo: Amai os vossos inimigos, bendizei os que vos maldizem, fazei bem aos que vos odeiam, e orai pelos que vos maltratam e vos perseguemPara que sejais filhos do vosso Pai que está nos céus; porque faz que o seu sol se levante sobre maus e bons, e a chuva desça sobre justos e injustos. Pois, se amardes os que vos amam, que galardão havereis? não fazem os publicanos também o mesmo? E, se saudardes unicamente os vossos irmãos, que fazeis demais? não fazem os publicanos também assim? Sede vós, pois, perfeitos, como é perfeito o vosso Pai que está nos céus" (Mt 5:43-48). Geração esquizofrênica, que se sente rodeada de inimigos, incapaz de orar por eles. Geração rancorosa, que não perdoa, que quer se sobressair e até ser adorada pelos supostos inimigos.

Temos uma geração aonde o caráter cristão é espezinhado, e se vive um "evangelho" de aparências, e não de conduta e princípios. A geração que ora pedindo um milagre: que apareça misteriosamente em sua conta bancária alguns milhares de reais, e que agradece a Deus quando isso acontece. Geração que não compreende o Deus justo, mas se alegra com a injustiça, achando que Deus foi o Autor deste "depósito" milagroso e salvador...

Temos uma geração que está sendo guiada por "pastores" e outros "títulos eclesiásticos", por homens e mulheres que preferem os títulos e as prebendas, que para satisfazerem-se primeiramente a si mesmos já rebaixaram a Bíblia e seus preceitos imutáveis à quarta ou quinta posição em suas vidas e em suas doutrinas e profissões de fé. Pastores que não se dão conta que prestarão contas um dia ao Sumo Pastor...

Geração de Davi uma ova!! Esta é, na verdade, a Geração Laodicéia, a geração da igreja rica, poderosa e diferenciada, mas cega, pobre, miserável e nua! É a Igreja que ocupa a grade da programação das principais emissoras de tevê, mas não usa esta programação para pregar o VERDADEIRO EVANGELHO. É a Igreja que avança triunfante no mercado fonográfico, mas que não canta para o louvor de Deus, e sim para enriquecer, usando MÚSICAS DE TRABALHO, e não músicas de evangelismo! É a Igreja que abraça o Ecumenismo... É a Igreja que é noiva do Cordeiro, mas amante do mundo. Quem quiser ter a DIMENSÃO EXATA desta frase, leia o capítulo 16 do livro do profeta Ezequiel. Não há melhor exemplo que este!

Sabem qual seria a geração de Davi? E qual é a geração de adoradores que Deus espera?  Uma geração que O adore pelo que Ele é, e não pelo que ele pode nos proporcionar. A geração que abraça a cruz para a morte, e não a que senta no trono para reinar! A geração de uma igreja pobre financeiramente, mas riquíssima em poder, em comunhão, em observação das Escrituras e em defesa da sã doutrina, contrária aos lobos vorazes que estão invadindo o aprisco e degolando o rebanho! Uma geração que olharia mais para Jesus, e menos para os homens, que aceitaria mais as palavras da Escritura do que as supostas "revelações" humanas, sem base bíblica. Que teria mais prazer nas Escrituras do que nas novidades!

Sinto-me enojado com a geração de hoje. Geração morna, que provoca ânsia de vômito no Senhor Jesus e em todo aquele que ama a Verdade do Evangelho puro e simples, que Ele e seus apóstolos pregaram e revolucionaram o mundo no 1º Século! É claro que não estou generalizando! Sete mil joelhos são sempre estrategicamente deixados por Deus para não se dobrarem a Baal, a Laodiceia e a Mamom! E estou lutando para fazer parte desta MINORIA, pois já observei que a maioria sempre prefere voltar ao Egito, e sempre escolhe Barrabás.

Se Jesus chamava a geração em que viveu de "geração má e perversa", de que estará chamando esta nossa??

Perdoem-me o desabafo. Mas se eu, pó e cinza, estou me sentindo assim, o que não sente o Senhor que deu Sua vida por esta Igreja?

Autor: Zilton Alencar

terça-feira, 25 de setembro de 2012

Petição pública pede a cassação do mandato do pastor Marco Feliciano por “manifestações de homofobia”

Publicado por Tiago Chagas
Petição pública pede a cassação do mandato do pastor Marco Feliciano por “manifestações de homofobia”Após a repercussão do vídeo em que o pastor Marco Feliciano aparece ministrando durante o Congresso Gideões Missionários e criticando a postura do governo em relação ao que ele classificou como “ativismo gay”, uma campanha foi formada pedindo a cassação do mandato do pastor como deputado federal, através da organização Petição Pública Brasil.
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A iniciativa de uma petição pública pedindo a cassação do mandato de Marco Feliciano (PSC-SP) utiliza a internet para colher assinaturas para levar o pedido à Comissão de Direitos Humanos da Câmara dos Deputados.

O texto da petição pública argumenta que a iniciativa se justifica pelas atitudes do deputado, que afirmou durante a pregação no Congresso Gideões Missionários, que a AIDS seria uma doença homossexual. As palavras foram consideradas pelos signatários da ação como inadequadas: “Manifestações como essas se enquadram como racismo, segregação racial, falta de respeito aos direitos humanos, homofobia e são de caráter separatista frente a população”, diz o texto da petição.

Dentro do ponto de vista dos signatários, que tomaram a iniciativa pelo abaixo assinado, a ação teria caráter reparador: “Não podemos aceitar que algo desse tipo seja praticado em nossa sociedade e que os deputados como o pastor Marcos Feliciano usem de seu poder e autonomia para criticar, segregar e desmerecer o ser humano, desrespeitando camadas da população, praticando o preconceito sobre a mesma”.

Até o fechamento desta matéria, a ação havia conseguido colher 484 assinaturas que apoiam o pedido de cassação do mandato de deputado federal do pastor Marco Feliciano. Uma segunda ação, com menos assinaturas (21) também tem o objetivo de colher assinaturas com o mesmo propósito.

Por Tiago Chagas, para o Gospel+

Hamas assina compromisso com o Irã para liderar uma guerra contra Israel

Irã, Hezbollah, Hamas, Egito e Síria podem unir forças para ofensiva conjunta.


por Jarbas Aragão

Hamas assina compromisso com o Irã para liderar uma guerra contra IsraelHamas assina compromisso com o Irã para liderar uma guerra contra Israel
Mahmoud A-Zahar, líder do Hamas, e Marwan Issa, o vice comandante de seu braço militar, passaram a primeira metade de setembro em Beirute e Teerã finalizando a assinatura de protocolos que afirmam o compromisso dos lideres do Hamas na Faixa de Gaza se juntarem a Irã, Síria e o Hezbollah na guerra contra Israel.
Esses documentos foram divulgados por fontes militares que afirmam saber os detalhes de como seriam os procedimentos e prazos que uniriam o Hamas e outros grupos terroristas num conflito contra Israel, caso ocorra um ataque ao Irã por causa de seu programa nuclear.
Foi noticiado por várias agências de notícias a declaração feita por Mohammad Ali Jafari na semana passada, durante uma exposição militar da Guarda Revolucionária Iraniana: “A guerra vai acontecer, mas não está claro quando ou onde será”.
O governo em Teerã pediu a A-Zahar e Issa que dessem suporte a Bashara Al Assad, comprovando que centenas de armas tem sido enviadas pelos iranianos ao regime sírio que vive uma guerra há meses.
A assinatura do Hamas garante um reforço de 22.000 combatentes treinados, incluindo reservistas, para as tropas de elite iraniana das unidades das Brigadas Al Quds, que ficariam preparadas nas fronteiras de Israel com a Síria e o Líbano.
As reuniões dos líderes do Hamas com o governo do Irã envolveram altos funcionários, incluindo o ministro da Defesa, Ahmed Wahidi, o comandante da Guarda Revolucionária, general Ali Jafari, o comandante das Brigadas Al Quds, Brigadeiro Soleimani Qassem, e um grupo seleto de especialistas da inteligência iraniana. Teerã busca alcançar dois objetivos:
1. O Hamas palestino é uma ramificação da Irmandade Muçulmana egípcia, portanto fica ciente de que deve ajudar o Irã em assuntos militares na região do Cairo.
2. Irã, Hezbollah e Síria desejam que o Hamas pare de obstruir as atividades da guerrilha Jihad Islâmica na Faixa de Gaza e esteja pronto para operar em conjunto com os palestinos contra Israel. Desde o início da possível guerra, todos devem seguir as ordens de comando vindas do Irã.
Em contrapartida, o Hamas voltará a receber ajuda econômica iraniana e novos suprimentos de mísseis e equipamentos de guerra avançados para melhorar a precisão de seus ataques contra Israel.
O clima anda tenso na região. Em discurso na assembleia da ONU esta semana, o presidente Mahmoud Ahmadinejad afirmou que Israel não tem raízes no Oriente Médio e deveria ser eliminado.
Por sua vez, o ministro da Defesa de Israel, Ehud Barak, propôs evacuar assentamentos judaicos na Cisjordânia de forma unilateral, se os esforços por um acordo de paz com os palestinos fracassarem. Ele defende que seria ideal manter tropas israelenses em zonas da fronteira com a Jordânia.
Ao mesmo tempo, o ministro de Relações Exteriores israelense, Avigdor Lieberman, afirmou que seu país não aceitará modificações no tratado de paz com o Egito, em meio à crescente insegurança na fronteira entre os dois Estados.
O ataque mais recente aconteceu sexta-feira passada, quando morreram um soldado israelense e outro ficou ferido durante um ataque de milicianos. Três dos agressores morreram nos enfrentamentos com as tropas israelenses.
Traduzido de Prophecynewswatch.com
 
 

Quando Deus fala

Deus fala. E fala de diferentes maneiras. A principal delas é sem dúvida a Bíblia. Para os pentecostais, também pela profecia e a palavra de conhecimento. E Deus fala enormemente ao coração. E quando Deus fala, há transformação. É impossível o Espírito Santo falar ao coração de alguém e essa pessoa permanecer igual. Você experimentou isso na sua conversão. E provavelmente muitas vezes depois. Em geral, quando tudo está bem, Deus permanece em silêncio. Mas quando Deus fala, geralmente é porque algo está errado conosco, pois, como Jesus disse, ele não veio para os sãos: veio para os doentes. E Ele não fala porque nos quer mal, fala porque deseja que nos aprumemos, porque nos ama. Ele nos quebra, nos humilha, nos confronta com o espelho. E aí temos dois caminhos: ou o ouvimos, nos quebrantamos e nos pomos na posição que Ele deseja ou permanecemos no erro. Já aconteceu isso com você? Comigo sim.

Muitas vezes Deus fala nos sacolejando. Nos esbofeteando. Foi o caso de Davi, após seu adultério com Bateseba e o assassinato de Urias. Ele errou e errou feio. Mas Deus o amou a ponto de levar o profeta Natã até ele e chamá-lo à responsabilidade. E o mais emocionante foi que Davi reconheceu seu erro. Se humilhou. Pediu perdão. Foi perdoado. Restaurado. O mal que ele fez não havia como corrigir: Urias não voltaria à vida, algo que tenho certeza que o rei carregou na consciência até o fim de sua vida. Pois os pecados que cometemos não nos abandonam, tornam-se nossa sombra, por mais que sejamos perdoados por Deus. Os homens não perdoam. Mas Deus sim. Só que as cicatrizes ficam.

De pecados não saem coisas boas. O que fica é rancor, raiva, remorso, dor, tristeza. Urias teria perdoado Davi? Talvez não. Talvez sim. Não podemos dizer. Mas quando Deus fala para te dizer o quão pecador você é e você se arrepende, depois ele também fala para dizer que te perdoou. Não vai tirar de você as cicatrizes, para que as carregue até o fim da vida como memorial do teu erro, mas com um objetivo benéfico: que você não cometa mais o mesmo erro.

O Deus Filho falou com o ladrão da cruz. E um ladrão que chega a ser condenado à cruz não roubou uma, duas ou três vezes: provavelmente cometeu o pecado do roubo inúmeras vezes. E ainda assim, quando Jesus falou com ele, suas transgressões foram apagadas e ele ouviu: “Ainda hoje estarás comigo no Paraíso”. Pois é isso o que importa ao cristão arrependido: o Céu. Quando Deus fala e te confronta com o Inferno, tuas pernas tremem. Os olhos se arregalam. Os teus erros passam como um filme na tua cabeça. O diabo grita de raiva, pois estava te enganando e nele você vinha acreditando. Mas quando você vê teus pés à beira do abismo do Inferno, a voz de Deus se faz audível a ouvidos que até então estavam surdos.

Não deveria ser assim, deveríamos nos aproximar de Deus por amor, em paz, sem ter de ser confrontados com a feiúra de nossos pecados ou ameaçados com o fogo que arde eternamente. Mas a realidade do Inferno serve para nos mostrar a realidade do Céu. A profundidade do vale é diretamente proporcional à altura da montanha. Feliz é o homem que ouve a voz de Deus apenas pelas palavras suaves de Cristo, sem ter de ser esbofeteado por seus pecados. Bom seria a Davi não ter de ouvir de Natã o que ouviu. Mas que bom que o Redentor mostrou o Inferno a Davi, pois pelo menos assim ele mudou seu caminho de morte eterna a tempo de se arrepender e, com isso, ser chamado de homem segundo o coração de Deus.
Já pequei muito. E no mais profundo vale dos meus pecados mais horríveis ouvi a voz de Deus. Fui confrontado com o Inferno. Fui abalado pelos meus erros. O chão se abriu sob meus pés e vi a perdição diante de mim. Tremi. Tremi e temi pelo destino eterno de minha alma. O processo de arrependimento é doloroso, dificil e desesperante, pois as escamas caem de nossos olhos e vemos quem somos, o que estamos fazendo e então nos tocamos: matamos Urias. Roubamos inúmeras vezes. É uma percepção avassaladora. Nos abate, nos deprime, nos humilha, nos derruba. Choramos e vemos que não há como Urias voltar à vida, não há como devolver o dinheiro que ficou conosco e que não nos pertence. Já o gastamos. Resta-nos a dor de uma culpa que nunca nos deixará, mas também um alento: a certeza de que o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo estendeu a nós a sua graça, o seu perdão. Nesse momento entendemos a exata razão de Cristo ter subido à Cruz por nós. E esse é o consolo que nos dá ânimo para ficar de pé e prosseguir, apesar de Urias nunca mais voltar à vida.

Sim, já pequei muito. Sim, ouvi a voz de Deus de dentro do lamaçal em que por minha culpa me enfiei. Sim, me arrependi. Oro a Deus que Ele me dê forças para nunca mais cometer os pecados que cometi. O mal que fiz a Urias não há como voltar atrás. Está feito. Só Deus sabe as lágrimas que derramei por ele. Mas me agarro à graça que me conduziu ao arrependimento, me agarro à Cruz e me agarro aos pés de Cristo. Sou grato a Ele por ter me estendido uma misericórdia que não entendo. Que os homens não exercem. Que só um Deus bom seria capaz de conceder.
A clareza de quão falho você é tem suas vantagens.
A principal é que isso te torna mais entendedor do pecado do outro. Se você teve cúmplices na morte de Urias, enxerga-os com mais graça, pois você é tão culpado como eles. Antes você olhava assassinos e desejava o pior para eles, que fossem de trem expresso para a perdição eterna. Pedia a pena de morte, com gosto de sangue na boca. Mas quando a voz de Deus vem e mostra que você sim está no corredor da morte, apenas esperando o dia da execução, como resultado da tua humanidade e pecaminosidade… tudo muda. Você passa a olhar para o assassino com olhar de piedade. O desejo de mostrar-lhe o amor de Cristo aumenta. E assim você prossegue na caminhada, cheio das cicatrizes que te lembrarão eternamente dos males que você causou, mas com amor pelo pecador e a enorme vontade de tirá-los do caminho do Inferno. Pois Deus escancarou o Inferno diante de si e você não o deseja a ninguém.

Creio que é isso que deve nos impulsionar a pregar o Evangelho: a voz que ouvimos de Deus. Não uma obrigação ativista de evangelizar e discipular. Mas o desejo de tornar conhecido a pessoas que estão matando seus Urias a voz que fez você enxergar que você matou o seu. Mostrar a elas suas cicatrizes. Proclamar o amor que te alertou a tempo. E esperar que elas não sejam obrigadas a contemplar o Inferno para se desviarem de seus maus caminhos, pois você, que andou nesses caminhos, sabe o quanto isso dói. O quanto te humilha, quando você olha Jesus nos olhos.

Se você está matando Urias, eis meu testemunho, minha confissão, para que sirva de alerta a você. Quem escreve aqui é um pecador, falando para outro pecador. Há um Céu e há um Inferno. Há a beleza de Cristo e o horror do diabo e do pecado. Se você está trilhando o caminho que trilhei, de lama, enxofre e imundície, fique atento à voz de Jesus, o Cordeiro de Deus. Ele não veio à terra a passeio, veio por amor por mim e por você, pecadores, para que ouçamos a sua voz a tempo de deixar para trás as práticas malignas e caminhar com os olhos fixos na Cruz, sem se desviar dela para a esquerda nem para a direita. Minha humanidade me empurrou para fora dela muitas vezes. Mas pela graça permanecemos no caminho estreito. Se você está fora desse caminho, como eu andei, sugiro que pare de pecar. Não culpe ninguém, mesmo quem pecava com você. Não culpe nem mesmo o diabo: assuma seus erros e confesse seus pecados a Deus, em arrependimento sincero. Aproxime-se de um bom cristão, que torne-se seu confessor, que te ampare e te ajude a ficar de pé, apesar de o peso da lembrança dos pecados que cometeu vergar as suas costas. E não volte ao vômito.

Deus falou comigo. Me confrontou com meus pecados. Cada erro que cometi passou diante de meus olhos. Vi o cadáver de Urias. Eu o matei. Não posso ressuscitá-lo. Eu roubei. Não posso devolver o dinheiro que gastei. Mea culpa. Mea tão grande culpa. Clamei a Deus por perdão. Ele inclinou-se para mim e ouviu o meu clamor. Que o Deus que perscruta os corações veja o meu a cada nova manhã e, se ainda houver manchas, que o purifique. Se houver tentações, que livre-me delas. Que me faça ouvir sua voz todos os dias. Não esquecerei a face do Inferno. Esse eu já conheço. Mas quero ver o Céu. Hoje resta-me entregar-me às mãos de Cristo, contar com sua graça imerecida e esperar ouvir dele que estaremos juntos no Paraíso.

Encerro fazendo minhas as palavras de Davi no Salmo 51.1-17, escrito após ter percebido o horror do pecado que cometeu: “Tem misericórdia de mim, ó Deus, por teu amor; por tua grande compaixão apaga as minhas transgressões. Lava-me de toda a minha culpa e purifica-me do meu pecado. Pois eu mesmo reconheço as minhas transgressões, e o meu pecado sempre me persegue. Contra ti, só contra ti, pequei e fiz o que tu reprovas, de modo que justa é a tua sentença e tens razão em condenar-me.

Sei que sou pecador desde que nasci, sim, desde que me concebeu minha mãe. Sei que desejas a verdade no íntimo; e no coração me ensinas a sabedoria. Purifica-me com hissopo, e ficarei puro; lava-me, e mais branco do que a neve serei. Faze-me ouvir de novo júbilo e alegria, e os ossos que esmagaste exultarão. Esconde o rosto dos meus pecados e apaga todas as minhas iniquidades.

Cria em mim um coração puro, ó Deus, e renova dentro de mim um espírito estável. Não me expulses da tua presença, nem tires de mim o teu Santo Espírito. Devolve-me a alegria da tua salvação e sustenta-me com um espírito pronto a obedecer. Então ensinarei os teus caminhos aos transgressores, para que os pecadores se voltem para ti. Livra-me da culpa dos crimes de sangue, ó Deus, Deus da minha salvação! E a minha língua aclamará a tua justiça. Ó Senhor, dá palavras aos meus lábios, e a minha boca anunciará o teu louvor. Não te deleitas em sacrifícios nem te agradas em holocaustos, se não eu os traria. Os sacrifícios que agradam a Deus são um espírito quebrantado; um coração quebrantado e contrito, ó Deus, não desprezarás“.

Paz a todos vocês que estão em Cristo.

fonte; apenas

Blog de Maurício Zágari

 

Marcos Witt sofre acidente e fratura as duas pernas

Cantor está hospitalizado, mas passa bem
por Jarbas Aragão


Marcos Witt sofre acidente e fratura as duas pernas
Marcos Witt sofre acidente e fratura as duas pernasConforme relatado pelo próprio cantor em sua página oficial no Facebook, ele sofreu neste domingo, 23 de setembro um grave acidente. Com múltiplas fraturas em ambas as pernas, Marcos está internado e precisou se submeter a uma cirurgia.

Segundo esclareceu posteriormente, a família Witt estava em um barco passeando no Lago Conroe, perto de Houston, Texas.

Marcos caiu do barco no final da tarde de ontem e foi imediatamente levado para o hospital. Ele deixou a seguinte mensagem em seu site oficial: “Eu gostaria de pedir suas orações, porque esta tarde sofri um acidente e fraturei ambas as pernas e tornozelos, agora estou indo para a sala de cirurgia.”

Segundo uma nota escrita pela equipe de sua gravadora Canzion, Marcos Witt está atualmente sob avaliação médica para definir que procedimentos devem ser realizados. Ele tomou sedativos para suportar melhor a dor. No entanto, a nota esclarece que “sua vida nunca esteve em perigo e em todos os momentos Marcos esteve em plena posse de seus sentidos e faculdades”.

A Família Witt e a equipe do CanZion, agradeceram “com profunda apreciação a repercussão imediata de mensagens, orações e manifestações de apoio”. E acrescentaram “pedimos que continuem orando por sua saúde e rápida recuperação. Sabemos que Deus está no controle da situação e sua fidelidade será manifestada”.

Poucas horas depois a mensagem no Facebook informava: “Obrigado por suas orações! Os médicos estão tratando as fraturas das pernas de Marcos. Graças a Deus não há outras lesões. Oremos por uma rápida recuperação. Deus os abençoe”.

Marcos Witt e sua esposa Miriam deixaram oficialmente o pastorado da congregação hispânica da Lakewood Church em 16 de setembro. Ele ajudou a fundar e pastoreou o grupo por 10 anos, mas dois meses atrás entregou o cajado para o pastor Danilo Montero.

A decisão de se afastar do pastorado ocorreu ano passado, quando Marcos começou a sofrer com alguns problemas de saúde. Desde então vinha fazendo um acompanhamento médico e percebeu que era a hora de fazer uma pausa e optaram como família por um longo período sabático. Marcos e Miriam decidiram descansar durante pelo menos três meses antes de qualquer novo projeto. Eles haviam encerrado na semana passada a turnê que comemorava os 25 anos de carreira do pastor e cantor.

Traduzido de Protestante Digital
Fonte.
http://noticias.gospelprime.com.br/marcos-witt-sofre-acidente-e-fratura-as-duas-pernas/

segunda-feira, 24 de setembro de 2012

Nova série de TV quer popularizar o número da besta

Rede ABC estreia este mês o seriado "666 Park Avenue"

Nova série de TV quer popularizar o número da besta
por Jarbas Aragão
Nova série de TV quer popularizar o número da besta
Pouco tempo depois de cancelar a série “GCB”, acusada de ridicularizar os cristãos, a rede ABC marcou para 30 de setembro a estreia de “666 Park Avenue”. O roteiro é baseado no romance de mesmo nome, escrito por Gabriella Pierce, que falava sobre um prédio de apartamentos da ilha de Manhattan cujos inquilinos eram bruxas. O seriado, contudo, vai mais fundo.

A história por trás do endereço na Park Avenue (local nobre de Nova York) mostra que ali, qualquer coisa que você desejar pode ser sua. A base da história é a vida de um jovem casal, Jane Van Veen (Rachael Taylor) e Henry Martin (Dave Annable), que vão procurar trabalho no local e conhecem os proprietários do edifício que leva o nome de “Drake”. Situado no Upper East Side, bairro nobre da ilha de Nova York, seus donos aparentemente trabalham para Satanás. O material promocional mostra um prédio muito parecido com o do filme “O Bebê de Rosemary”, também considerado satânico.

Contando que todo mundo tem necessidades, desejos e ambições, os misteriosos proprietários do edifício, Gavin Doran (Terry O’Quinn) e Olivia (Vanessa Williams) oferecem contratos com um preço de sangue. Não é apenas um drama que pretende mostrar a luta épica do bem contra o mal. Parece mais uma tentativa de popularizar o número da besta.

O jovem casal é contratado para administrar o prédio histórico, mas passam a serem vítimas das maquinações do casal de donos e começam a sentir as forças sobrenaturais que habitam o interior do edifício e podem pôr em perigo a vida dos moradores.

Pelo material promocional, parece que alguns moradores que “fecham o negócio” e passam a viver no edifício, literalmente comprometem suas almas, como mostram as imagens de pessoas que foram “sugadas” pelas paredes e gritam de agonia. Jane, a esposa do jovem casal se depara com uma imagem de um dragão no porão do prédio, outro símbolo apocalíptico.

O roteiro da série ficou a cargo de David Wilcox (“Fringe,” “Life on Mars”), que acumula ainda o cargo de produtor-executivo, ao lado de Matthew Miller (“Chuck”). No elenco estão Rachael Taylor (“Grey’s Anatomy”), Dave Annable (“Brothers & Sisters”), Robert Buckley (“One Tree Hill”), Mercedes Masöhn (“Chuck”), Helena Mattsson (“Home de Ferro 2”), Samantha Logan, Erik Palladino (“The Speed of Tought”), Wendy Moniz (“Damages”) e Enrique Murciano (“CSI: Crime Scene Investigation”).

http://noticias.gospelprime.com.br/666-park-avenue-abc-serie-numero-besta/

Comando militar do Irã afirma que ataque Israelense levaria à 3ª Guerra Mundial


 Por Jussara Teixeira
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Comando militar do Irã afirma que ataque Israelense levaria à 3ª Guerra MundialUm general do comando militar do Irã afirmou que o Irã poderia lançar um ataque preventivo contra Israel se houvesse uma investida militar israelense, e isso poderia desencadear a Terceira Guerra Mundial.

A declaração foi do brigadeiro-general da Guarda Revolucionária iraniana, Amir Ali Hajizadeh, a uma rede de televisão estatal do país. “Esse conflito causaria a Terceira Guerra Mundial, o que significaria que muitos países entrariam na disputa a favor ou contra o Irã”, comentou o comandante militar iraniano, de acordo do com a agência Efe.

Hajizadeh afirmou que no caso de uma guerra, haveria forte probabilidade de que Israel fosse apoiado pelos EUA, e aí “a situação poderia sair de controle”.

O primeiro-ministro israelense Benjamin Netanyahu, tem dado indicações de que Israel poderia realizar ataques contra instalações nucleares iranianas para conter a suposta construção de uma bomba atômica.

Já Teerã nega que esteja desenvolvendo armas atômicas e diz que seu programa nuclear tem fins unicamente de geração de energia elétrica.

Por sua vez, a Força Aérea do Irã anunciou que realizará manobras militares no sul do país. Todos os anos as Forças Armadas e os Guardiões da Revolução do Irã realizam vários exercícios e manobras, em sua maioria destinados a prevenir um eventual ataque de EUA ou Israel.

O comandante da Força Aérea do país, general Aziz Nasirzadeh, afirmou que “as manobras são pacíficas e provam que o Irã e os países da região são capazes de salvaguardar a segurança na região”.

Segundo a Efe, Israel e EUA já ameaçaram atacar o Irã se ele não interrompesse seu programa nuclear. Teerã, no entanto, respondeu que não irá paralizar suas atividades nucleares que segundo eles possuem finalidades pacíficas. Acrescentou que caso sofra agressões, iria revidar de forma destruidora.

Por Jussara Teixeira para o Gospel+