terça-feira, 15 de janeiro de 2013

Pastor preso no Irã envia carta relatando ameaças de morte

A ACLJ está acompanhando o caso tentando trabalhar para que este Saeed Abedini seja solto
por Leiliane Roberta Lopes
Pastor preso no Irã envia carta relatando ameaças de mortePastor preso no Irã envia carta relatando ameaças de morte
Preso no Irã desde julho de 2012, o pastor Saeed Abedini escreveu uma carta para sua esposa, a americana Naghmeh, relatando o que tem vivido na cadeia. Seu testemunho mostra a coragem de quem resolveu viver para expandir a palavra de Deus na Terra, motivo que o levou à prisão.
O que Abedini conta é que tem vivido dias difíceis, já que a cada dia as autoridades lhe dizem uma coisa. Tem dias em que ele é ameaçado de enforcamento, em outros é tratado bem e recebe promessas de liberdade.
“Este é o processo na minha vida hoje: um dia me disseram que eu ia ser liberado e autorizado a ver os meus filhos no Natal (o que era mentira) e no dia seguinte me disseram que eu seria pendurado por minha fé em Jesus.”
O pastor escreve dizendo que enxerga essa provação como um processo que vai fazer com que ele fique ainda mais forte. “Esses frios e quentes apenas me tornam um homem de aço para avançar na expansão do Seu Reino”.
Uma igreja Assembleia de Deus dos Estados Unidos publicou esta carta onde Saeed também relata que tem sofrido tortura por ter uma luz muito forte acessa sobre ele constantemente. Nos relatos feitos por ele, o Centro Americano para Lei e Justiça (ACLJ – sigla em inglês), que está acompanhando o caso de perto, percebe que os direitos humanos não estão sendo respeitados e por este motivo eles criticam o governo americano por não estar agindo no caso.
“O Departamento do Estado dos EUA tem feito muito pouco para ajudar este cidadão dos EUA”, disse o diretor da ACLJ, Jordan Sekulow. Saeed Abedini é iraniano, mas está casado com uma mulher americana conseguindo assim a cidadania daquele país.
A ACLJ teme pela vida desse jovem pastor de 32 anos que pode ser julgado pelo juiz Pir-Abassi, considerado como um dos notórios “juízes de enforcamento”. Abassi já julgou muitos casos contra ativistas dos direitos humanos sempre condenando a prisão perpétua ou entregando penas de mortes.Com informações Christian Post.


Nenhum comentário:

Postar um comentário