quinta-feira, 7 de março de 2013

Criminoso conhecido como Maníaco da Cruz foge de internato pela janela após quatro anos de prisão

Criminoso conhecido como Maníaco da Cruz foge de internato pela janela após quatro anos de prisão
Um assassino em série conhecido como Maníaco da Cruz fugiu no último sábado, 02 de março, da Unidade Educacional de Internação (Unei) pela janela, em Ponta Porã, MS.
Dhionatan Celestrino foi preso em 2008, quando tinha 16 anos, acusado de matar três pessoas por considerá-las “falsos cristãos”. A pecha de Maníaco da Cruz foi dada a ele porque após matar suas vítimas, deixava seus corpos deitados em posição de crucificação, para que segundo ele, a alma dessas pessoas alcançasse o perdão divino rapidamente.
Celestrino matou o pedreiro Catalino Cardena, 33 anos, no dia 24 de julho de 2008; a frentista Letícia das Neves, 22 anos, em 24 de agosto; e a estudante Gleice Kelly da Silva, 23 anos, em 07 de outubro do mesmo ano, por considerá-los ateus. Os crimes foram cometidos na cidade de Rio Brilhante.
À época, Celestrino afirmou a um jornalista que tinha como ídolo o criminoso Francisco de Assis Pereira, conhecido nos anos 1990 como Maníaco do Parque, e que pretendia superá-lo em mortes, pois havia tomado gosto pela matança.
A delegada Maria de Lourdes Cano, responsável pela apuração do caso em Rio Brilhante afirmou durante as investigações que Celestrino era o líder de uma seita satânica.
A fuga do Maníaco da Cruz só foi percebida pelos funcionários do Unei na manhã de domingo, 03 de março, pois na última vistoria, feita às 18h00 de sábado, Celestrino estava em sua cela, isolado e apenas com um cobertor.
De acordo com informações do Aquidauana News, Celestrino completou 18 anos na prisão, e como o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) não permite a prisão de um menor por mais de três anos, a Justiça optou por acatar um pedido do Ministério Público em fevereiro de 2012 e mantê-lo detido num hospital psiquiátrico, por considerá-lo de alta periculosidade. No entanto, a transferência nunca ocorreu.
Por Tiago Chagas, para o Gospel+

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