sexta-feira, 22 de março de 2013

Magno Malta convoca população para ato público contra o aborto

O Conselho Federal de Medicina é a favor da legalização do procedimento desde que a gestação não tenha mais do que 12 semanas.

Magno Malta convoca população para ato público contra o abortoMagno Malta convoca população para ato público contra o aborto
O senador Magno Malta (PR-ES) e a Frente Parlamentar da Família estão organizando um ato público contra o aborto para a próxima terça-feira (26) em Brasília a partir das 10h.
A ideia é juntar a população brasileira que é contra a prática do aborto e fazer uma contra proposta ao Conselho Federal de Medicina (CFM) que vai enviar um pedido ao Senado pedindo a alteração do Código Penal para que a mulher possa interromper a gravidez de forma legal com até 12 semanas de gestação.
A proposta do CFM não foi aceita pelo senador que tem lutado por temas ligados à defesa da família brasileira. “É promover a morte em série no Brasil, os abortistas estão batendo palma”, disse ele.
Magno Malta recebeu apoio de diversas entidades e associações que também são contra à descriminalização do aborto, entre elas a Federação Espírita do Espírito Santo, a Associação Médica Espírita, e a Associação Jurídica Espírita que assinaram um manifesto a favor da dignidade humana e contra o aborto social dizendo que “o ofício da morte não pertence aos homens e sim a Deus”.
O aborto é uma das grandes polêmicas que envolvem a revisão do Código Penal Brasileiro, o senador capixaba já apresentou 28 propostas para essas alterações que serão feitas nas leis brasileiras, incluindo as que são totalmente contrárias a legalização do aborto no país.
Quem também criticou a posição do CFM foi o pastor Silas Malafaia dizendo que o Conselho deveria rasgar o código de ética.
No Brasil o aborto só não é considerado crime quando a gravidez é fruto de estupro, quando a mãe corre risco de morte ou quando o feto for anencéfalo. No pedido apresentado pelo Conselho Federal de Medicina, a mulher que não quiser ter o filho poderia recorrer ao procedimento abortivo dentro dos primeiros três meses.

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