quarta-feira, 10 de abril de 2013

Pastor Silas Malafaia anuncia manifestação em Brasília por liberdade de expressão e religiosa e diz que “casamento é um homem com uma mulher, o resto é par”

Pastor Silas Malafaia anuncia manifestação em Brasília por liberdade de expressão e religiosa e diz que “casamento é um homem com uma mulher, o resto é par”
O pastor Silas Malafaia usou seu perfil no Twitter para falar sobre liberdade de expressão, crença, casamento gay e Comissão de Direitos Humanos e Minorias (CDHM) durante o dia de ontem, 09 de abril, e anunciou uma manifestação em Brasília nos próximos meses.
Malafaia afirmou que durante a recente gravação de entrevista ao programa Superpop, da apresentadora Luciana Gimenez na RedeTV!, falou sobre diversos temas: “Mais de duas horas. ‘O coro comeu’. Deus será glorificado [... ] Obrigado pelas orações. O povo de Deus é um exercito pacifico destemido. Sozinhos não somos nada, unidos, invencíveis [...] Podem ter a certeza que na entrevista não tem nada que possa favorecer uma edição maldosa. Acredito que 80% das respostas na entrevista à Luciana Gimenez foram boas. Vamos ver o q vai ser exibido no programa na próxima segunda, 15/04”.
Inicialmente, o programa seria transmitido na noite da última terça-feira, porém, a emissora preferiu modificar a programação, e transferiu a transmissão da entrevista para a próxima semana.
O líder da Assembleia de Deus Vitória em Cristo (ADVEC) criticou ainda a postura adotada pelo portal de notícias G1, das Organizações Globo, que publicou uma enquete sobre a união civil gay. O levantamento do portal perguntava se os usuários eram favoráveis ou contrários ao tema, e de acordo com Malafaia, quando o número de contrários foi maior, a enquete foi retirada do ar: “Retiraram da página principal do G1 a enquete sobre a união civil gay? Vão mostrar no Fantástico que o povo disse não a essa união? Que vergonha [...] Iam tomar uma lavada kkkk. Muita gente não evangélica está contra esta patifaria que quer destruir a família”.
twitter silas malafaia
Sobre a polêmica envolvendo Marco Feliciano e a CDHM, o pastor afirmou que os críticos dos evangélicos estavam “desafiados a mostrar qual a nação do mundo onde os evangélicos foram ou são maioria que os direitos fundamentais foram solapados”, e respondeu ele próprio: “Nenhuma”.
“Os EUA, com todos os seus defeitos são a maior democracia do mundo. Toda sua estrutura está baseada em princípios cristãos”, escreveu o pastor, que completou: “Feliciano deu xeque- mate no PT. A ‘casa caiu’. Vão tirar os condenados do PT da CCJ? Claro que não. Ele também não sai da CDHM”, escreveu, comentando a proposta feita pelo pastor Marco Feliciano aos líderes de partido da Câmara, pedindo a retirada dos deputados federais do PT-SP condenados no processo do mensalão, João Paulo Cunha e José Genoíno, da Comissão de Constituição e Justiça.
Criticado no Twitter por internautas que discordavam de suas opiniões, o pastor afirmou que ria da situação: “Me divirto com aqueles que dizem defender a liberdade e possuem um violento preconceito contra os evangélicos, querendo calar nossa opinião. Kkk”.
Silas Malafaia anunciou que promoverá uma manifestação entre o final de maio e começo de junho, em Brasília, para marcar posição a respeito dos temas que tem sido discutidos nos últimos dias pela sociedade: “Estamos preparando uma manifestação pacífica em Brasília em favor da liberdade religiosa, de expressão, vida e família tradicional. Aguardem”.
No café da manhã dos pastores da COMERJ (Conselho de Ministros Evangélicos do Estado do Rio de Janeiro), que aconteceu nesta quarta-feira (10 de abril) na Igreja Vitória em Cristo da Penha, uma das pautas discutidas foi o “movimento articulado contra os evangélicos com fundamento ideológico”, segundo o deputado pastor Arolde de Oliveira. Junto com outros pastores participantes do café, como os famosos Marcus Gregório (Apascentar), Marco Antônio Peixoto (Comunidade Evangélica Internacional), Abner Ferreira e Silas Malafaia (ambos da Assembléia de Deus), anunciaram oficialmente que organizarão a manifestação em Brasília.
Por Tiago Chagas, para o Gospel+

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