sábado, 2 de agosto de 2014

Presidente Dilma Rousseff afirma ter admiração por Israel porque parte do Brasil é formada por “cristãos novos”

Presidente Dilma Rousseff afirma ter admiração por Israel porque parte do Brasil é formada por “cristãos novos” Em entrevista na última semana, a presidente Dilma Rousseff comentou a declaração do porta-voz do Ministério das Relações Exteriores de Israel, Yigal Palmor, de que o Brasil é “politicamente irrelevante” e um “anão diplomático”.
Durante sua declaração sobre o caso, a presidente negou qualquer ruptura com Israel e afirmou ter admiração pelo país, porque parte do Brasil é formada por novos cristãos.

 A crítica de Palmor contra o Brasil foi feita depois que o Brasil retirou seu embaixador de Tel Aviv e o Itamaraty divulgou nota condenando a violência em Gaza.

 Apesar das críticas do Governo Federal contra a ação de Israel, a presidente afirmou que não haverá nenhuma ruptura diplomática entre os dois países, mas disse lamentar as palavras usadas pelo porta-voz israelense par se referir ao Brasil.
 - Não vai haver ruptura nem nada. Mas lamento as palavras do porta-voz, pois as palavras produzem um clima muito ruim e deveríamos ter cuidados com as palavras – afirmou a presidente, segundo informações da BBC.
 Dilma Rousseff afirmou ainda que o embaixador do Brasil embaixador brasileiro, Henrique Sardinha Pinto, foi chamado para sanar algumas dúvidas e que “oportunamente” vai voltar a Israel.
 Apesar de classificar a ofensiva israelense na Faixa de Gaza como um massacre, a presidente brasileira afirmou que o Brasil é uma nação amiga de Israel, e que tem grande admiração pelo país.

- Eu tenho uma grande consideração (por Israel), até porque grande parte dos brasileiros é formada por cristãos novos e o Brasil foi o primeiro país a reconhecer o Estado de Israel – afirmou a presidente, que também afirmou que a iniciativa da ONU de exigir um cessar-fogo imediato é muito bem-vinda.
- É uma faixa muito pequena, há muita mulher e criança morrendo. A gente sabe que em uma guerra desse tipo, quem paga o preço são os civis – afirmou.

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