sexta-feira, 29 de maio de 2015

MISTÉRIO- Caixões se mexem sozinhos em cemitério e....

Um mistério ronda uma pequena ilha dos Barbados (na América Central) há quase 200 anos: os caixões de uma família enterrada em um cemitério local se mexem regularmente após terem sido encontrados revirados pela primeira vez, em 1812. Todo o restante do cemitério continua quase intocado, mas o local onde está a família Chase vira e mexe resolve assombrar.

Fantasmas? Ninguém sabe, mas vários trabalhadores locais se recusam a chegar perto dos tais caixões...
A história foi publicada pela primeira vez pelo jornalista James Edward Alexander, na revista Transatlantic Sketches. A construção do jazigo se deu em 1805, quando era comum a construção de covas por conta de doenças que assolavam o mundo inteiro.
A Sra Goddard foi a primeira enterrada no local, em 1807. Um ano depois foi a vez de Ann Mary Chase e Dorcas Chase, em 1812. Em dezembro de 1812, quando chegou a vez de enterrar Thomas Chase, os funcionários do cemitério local se depararam com algo macabro: os caixões estavam completamente revirados
Os guardas apostaram em algum tremor de terra ou ladrões de túmulo e ajeitaram os caixões novamente, além de reforçarem as trancas do jazigo.
Para deixar tudo ainda mais misterioso, os caixões eram de chumbo, "extremamente pesados", segundo as descrições dos guardas a revista
Em 1816 foi a vez de enterrar Jason Chase e uma nova surpresa: as trancas estavam intactas, mas os caixões estavam completamente revirados
O  mesmo aconteceu em 1817, em que o processo se repetiu
Os guardas locais e funcionários do cemitério reiteraram todas as versões bizarras em relatórios: os caixões realmente eram pesados e realmente se mexeram pra caramba
Três dos funcionários afirmaram que dois dos caixões — das crianças pequenas — estavam semi-abertos e com as tampas quase no chão
Diversos investigadores internacionais pousaram na ilha para tentarem desvendar o mistério todo
Eles disseram que a história era "duvidosa", embora tenham reconhecido que os "depoimentos parecem legítimos"

O mesmo pode ser dito dos registros de funcionários, considerados autênticos pela maioria dos historiadores
O investigador cético Joe Nickell foi um dos que mais se aprofundaram na história e ficou por cinco anos na ilha em busca de depoimentos e documentos
Apesar de ter colocado em dúvida o lance todo, considerou a questão por demais "inconclusiva"
Após a publicação o local voltou a ser visitado e estudado e bem, coisas mais esquisitas aconteceram...
Quando uma dupla de pesquisadores abriu o local, o esperado havia acontecido: os caixões, mais uma vez haviam se movido
E pior: o corpo de Ann Mary havia desaparecido
O caso foi relatado por Brester Ammes, em 1992, que levou tudo à polícia
Mas as autoridades policiais responderam como sabiam: "essa história é antiga e não temos solução para ela".Fonte:R7
Minha Fonte; Em defesa da fé
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