domingo, 11 de outubro de 2015

Bebê que viveu menos de duas horas salvou a vida de outra pessoa

(Reprodução//University Hospital Health Board)(Reprodução//University Hospital Health Board)
O legado do bebê Teddy Houlston e a força de seus pais deram esperança para pessoas pelo mundo todo. O recém-nascido viveu por apenas 100 minutos a partir do momento em que sua mãe deu à luz e, mesmo em tão pouco tempo, foi responsável por salvar a vida de uma outra pessoa. Sua história foi divulgada amplamente por ser tão tocante.
Uma notícia, que a princípio parecia péssima, acabou se transformando em uma consequência transformadora para outras pessoas. Com menos de duas horas de vida, Teddy se tornou o doador de órgãos mais jovem da história do Reino Unido.
(Reprodução//University Hospital Health Board)(Reprodução//University Hospital Health Board)
Jess Evans estava grávida de gêmeos quando realizou um exame que constatou que um dos fetos viria a nascer com uma doença rara que bloqueia o desenvolvimento da massa cerebral e do crânio, a anencefalia. Crianças que nascem com tal deficiência costumam ter pouquíssimas horas de vida.
Com o diagnóstico dado, os médicos sugeriram que Jess procurasse um local para realizar o aborto (que é legal no país) da criança que se desenvolveria com problemas. Porém, tanto ela quanto seu marido, Mike Houlston, decidiram que a gestação deveria continuar normalmente e que conheceriam o seu filho, nem que ele vivesse por apenas alguns minutos.
(Reprodução//University Hospital Health Board)(Reprodução//University Hospital Health Board)
A escolha do casal é compreensível, porém se tornou um fato decisivo na vida de uma outra pessoa. Apesar do problema de formação, os demais órgãos de Teddy se desenvolveram da forma esperada. Por isso, apenas 3 minutos após sua morte, os rins da criança foram doados a um adulto que estava sob risco de vida.
"A chance de isso ser um sucesso era tão pequena. Foi uma oportunidade maravilhosa participar", disse Angharad Griffiths, uma das enfermeiras que auxiliou o procedimento de transplante, em entrevista ao The Mirror.

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