Testemunho forte! Mulher estuprada em rituais satânicos aos 8 anos, testemunha: “Jesus me libertou”

Violência e traumas emocionais, físicos e espirituais profundos. Essa foi a história de vida de Jennifer Bonnette durante grande parte da sua vida, até que finalmente pôde encontrar em Jesus Cristo a libertação e cura do que vivenciou em rituais satânicos praticados por sua própria família.

Jennifer Bonnette contou o seu testemunho à emissora CBN News, descrevendo parte do que presenciou quando tinha apenas 8 anos de idade. “Lembro de uma cortina preta, enquanto descíamos por um corredor. Tinha um cheiro de morte com suor”, diss ela.

“Ainda me recordo dos pentagramas nas paredes e dos copos com os quais bebíamos sangue”, completou a mulher. Os relatos chocantes de Bonnette vão de estupros recorrentes durante os rituais satânicos, praticados pelos próprios parentes, até à prática de sacrifícios.

“Houve coisas sexuais que eu tive que fazer e outras que eu tinha que ver, inclusive sacrifícios. Eu era estuprada com bastante frequência”, disse ela, explicando que passou a se cortar em suas partes íntimas, achando que isso lhe ajudaria. “Pensei que me cortando eles me deixariam sozinha.”

Aborto e mais violência

Aos 16 anos, Bonnette ficou grávida. A sua mãe lhe obrigou a matar o bebê em seu útero, fazendo um aborto. Depois disso, a jovem foi expulsa de casa, indo morar com o namorado. “Ela disse para eu nunca entrar em contato com ela ou qualquer pessoa da família”, contou a filha.

O que parecia uma mudança favorável, tendo em vista o péssimo ambiente familiar em que Bonnette vivia, continuou com episódios de violência sexual e traumas tão graves quanto os rituais satânicos durante a sua infância.

Foram mais de uma década de um casamento violento e em dependência química. Bonnette passou a usar drogas e se tornou uma alcoólatra. Abusada sexualmente pelo próprio esposo e mãe de 4 filhos aos 34 anos, ela estava desesperada.

“Eu não sabia que poderia obter ajuda e estava com medo. Ele ameaçava me matar se eu fosse embora”, disse ela. Contudo, Bonnette conseguiu fugir, levando consigo dois filhos mais novos. Um tempo depois, contudo, ela perdeu a guarda dos menores, que foram parar em um orfanato.

Da internação à libertação

O trauma dos estupros durante os rituais satânicos acompanharam a vida de Bonnette durante todo esse tempo. Ao longo dos anos após o fim do casamento, ela transitou entre clínicas de reabilitação, instituições psiquiátricas e uma moradia dentro do próprio carro, já aos 44 anos.

“Eu ainda ouvia aquelas vozes gritando comigo, dizendo que eu era um erro, uma perdedora e a situação ficava cada vez pior”, contou a mulher. “Um dia, eu estava de joelhos, chorando. Quando eu disse: Se Deus existe, se você é real, eu preciso de você, porque eu não consigo parar. Por favor, venha me ajudar.”

O clamor, de fato, foi ouvido, porque Bonnette foi ajudada por um pastor, que lhe encaminhou para o “Desafio Jovem”, um projeto de reabilitação para dependentes químicos de confissão cristã evangélica.

Durante os meses de tratamento, não foi apenas o vício no álcool e drogas como metanfetamina que foi tratado, mas também os traumas emocionais e espirituais. Bonnetter contou que para se libertar do seu ódio sobre o passado, precisava aprender a perdoar.

“Eu vivi muito tempo sendo oprimida, e eles me ajudaram no processo de liberar todo medo e raiva que eu sentia. Eu sentia ódio do que vivi durante os espancamentos e rituais. Eles me ajudaram a passar pela dor e liberar isso”, disse ela.

A sua mudança, agora, é plena. Casada com um homem fiel a Deus, a mulher que começou a vida sendo violentada em rituais satânicos, agora usa o seu testemunho para libertar outras mulheres da opressão.

“Jesus me libertou totalmente das drogas e eu entrei por essa porta para me concentrar somente nele e me livrar de toda a dor e sofrimento, de todo tormento e opressão que eu vivia”, disse ela.

“Tudo o que eu tenho desejado por toda a minha vida, estou experimentando em Jesus Cristo. Agora sou livre e sinto paz. Ele é o único que pode salvar, libertar e curar. Há esperança e ela se chama Jesus Cristo”, conclui. Veja também:

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